domingo, junho 12, 2005

O VII FICA - Parte Dois

Olá Pessoas,

Dando prosseguimento ao relato do FICA, posto mais histórias lá de Goiás, agora de Sexta-Feira e Sábado. Falta só o Domingo, que virá em breve. Boa leitura a todos.....

Sexta – Feira

Último dia da oficina do Ismail Xavier. Graças a DEUS. Não agüentava mais ter que acordar cedo e subir lá pro Hotel Vila Boa. A oficina foi até legal, mas três dias seguidos acaba enchendo a paciência. No último dia o Ismail se acertou e as coisas foram até de boa. Quem tava meio cagadinho neste dia fui eu, que não consegui por o filme na Nikon N-80. Na verdade o problema era outro, mas só iria descobrir isso depois de abrir o compartimento de filme e perder as oito primeiras poses. Daí veio o Adriano, que me ajudou a achar o problema, que estava no obturador. Mas isso não me deixou assistir a oficina direito. Teve uma hora que saí para fora da sala a fim de tentar arrumar a máquina. Foi daí que descobri que tinha duas outras pessoas que também estavam entediadas com o nosso palestrante. Ana Carol e Rodrigo tentaram me ajudar com o problema fotográfico, e enrolaram um pouco lá fora. Depois entramos nós três de novo para assistir o final. Tava até interessante o filme que ele estava apresentando, sobre um incesto.

Oficina concluída, descemos todos para almoçar. Eu e a Érika tínhamos uma entrevista “marcada” com Dib Lutfi, o fotógrafo de Terra em Transe, Opinião Pública e outros. Descobrimos que ele era tímido e que não gostava de ser entrevistado. Estava marcado para às 14:00, mas só fomos conseguir falar com ele às 16:30, mais ou menos, depois de praticamente caçar o cara. A Maria Cristina ficou inconformada com a situação. O Renato decidiu participar do bate-papo e se juntou ao grupo da espera. No fim foi tudo de bom. Ele era muito legal e o papo rendeu. Coitada da Érika que toda vez que iria perguntar levava uma cortada não-intencional.

Após a entrevista, eu e a Cris Leite fomos ao Palácio Conde dos Arcos tirar fotos. Tem o boato que nunca ninguém tirou fotos lá dentro. Mas eu não acredito que fui o primeiro. Em todo caso, lá é realmente proibido o uso de máquinas fotográficas e eu fui todo feliz tirar fotos que ninguém, ou poucos, já fizeram. Na saída ainda deu tempo de ir na Casa de Cora. Muito bonita, principalmente o jardim.

Depois fomos, Eu, Maria Cristina, Renato e Baiano assistir o Asbestos – A slow death, o grande vencedor do festival. Sentamos na parte superior do Teatro São Joaquim, minha primeira vez lá em cima, ehehehehehe. Me lembro que ri bastante com a Maria Cristina que passou através da projeção e a cabeça dela apareceu na telona. No meio do filme eu dormi e acordei bem na hora da parte principal, o Ronaldo Caiado falando que no Brasil se faz política recebendo dinheiro de empresas e tal. O filme foi bem mais ou menos, não sei se merecia o prêmio Cora Coralina. Mas enfim........

À noite um show muito legal: “O Canto da Gente”, com Fernando Perillo, Maria Eugênia, Pádua e João Caetano. Nunca pensei que ia gostar tanto do show deles. Pena que chegamos na metade. Ouvir aquelas músicas regionais na Praça do Coreto, ao lado do Palácio Conde dos Arcos, foi uma coisa bastante profunda. Nunca vi músicas que caíssem tão certo com o local e com o público. Uma coisa sensacional, realmente. Fomos comer no Pit-Dog da noite passada e na volta fomos ver o resto do show da Maíra. Após isso, tentamos insistir um pouco com a Companhia Quasar de Dança. Realmente ninguém gostou. Eu, o Fellipe, o Hebert, a Ana, o Rainner, a Camila, a Maria, o Scacha e o Rodrigo descemos pro DocTV. Não demorou muito para mim descobrir que lá era a filial do Reggaezinho do ano passado(outra história, ehehehehe). Fomos pro quintal da casa, e, já na entrada, sentimos o cheiro forte. Mesmo assim entramos para ver o que rolava lá dentro. A Camila não conseguiu, ficou com uma dor de cabeça instantânea. O mais engraçado foi um cara, que tava mais pra lá do que pra cá, que tropeçou e abraçou o Fellipe. Daí ele pediu desculpas e saiu trupicando mais uma vez. É claro que eu não tenho vocação pro Reggae(não falo do estilo musical, gosto muito de Reggae), então saímos e ficamos na sarjeta(mais uma vez, e não foi a última) para o momento mais engraçado do VII FICA. Não sei da onde eles tiraram isso, mas o caso foi que o Fellipe e o Hebert fizeram a cobertura da visita do papa Bento XVI a cidade de Goiás. Não dá para descrever aqui. Nem tenho essa pretensão. Mas o que importa é que ri demaaaaiiiiissssss!! Inclusive entrei também na cobertura com algumas participações especiais. Quem quiser ter uma idéia é só entrar no Blog do Fellipe Fernandes, o qual consta o link na parte inferior direita deste Blog.

Fim de mais um dia. Fomos pra casa dormir.

Sábado

Acordamos e corremos para a premiação. O governador não foi desta vez. Estranho. Mas enfim, como já dito, o maior premiado foi Asbestos, um filme sobre o perigo do uso do Amianto, polêmico pela declaração dada por Ronaldo Caiado. Rituais de premiação. Quem ganhou ficou feliz, quem perdeu ficou triste, como sempre, ehehehehe.

Na hora de almoçar uma surpresa: Não havia comida no restaurante em que estávamos acostumados a comer. Eu, o Rodrigo, o Fellipe e a Érika preferimos ir de pizza, e fomos num restaurante que demorou pra caramba. Saímos de lá bastante tarde. Fomos a praça do Coreto, sentamos tiramos umas fotos, e enfim, meu humor caiu de repente, não sei o porquê. Parece que meu sossego foi pro beleleu. Acho que isso teve haver com as pessoas que chegaram à cidade para o final de semana. Sei lá, não sou muito fã de muita gente. Ainda mais do tipo que vem só para agitar, sem nenhuma consciência e tal. Senti que só iria me sentir melhor quando voltasse para Goiânia, mas procurei aproveitar o resto do festival.

Eu, Maria, Renato e Fellipe resolvermos ir até a Santa Bárbara tirar fotos. E não é que o Fellipe é um grande fotógrafo?? Só demorou muito para tirar uma foto minha segurando o sol. Mas as fotos que ele tirou ficaram muito boas. Muito bonito o pôr do sol lá. Um local maravilhoso!!

Descemos para a casa, onde todos nós caímos de sono. Nossa, não era o meu objetivo, mas como foi bom dormir aquele soninho. Acordamos e, rapidamente, fomos tomar banho para descer à cidade. Fomos pro show da noite e depois descemos até uma pizzaria para comer. Apesar de ser uma pizzaria, eu, e muita gente, comemos sanduba. Muito bom o lanche de lá. Depois, bem depois já que em Goiás não existe lanche rápido, ehehehehehe, subimos até a praça do Chafariz para assistir o show da Nila Branco e do Mr. Gyn. No final descemos e ficamos na porta da casa do Renato Rodrigues, ouvindo ele tocar violão. E não é que o kra é bom mesmo?? Sabe um montão de jingles publicitários que eu nem lembrava mais. A noite foi passando e o clima ficou propício para uma depressão, ehehehehe. Sentado na sarjeta, pensando na vida, ouvindo o som do violão, e sentindo aquele vento frio soar no meio das casas e ruas daquela antiga cidade. As músicas sertanejas não ajudavam em nada o meu astral, ehehehehehe. Mas fiquei ali, já que não me restava mais nada a fazer. Lá pelas 04:30, fomos para casa dormir.



Nossa casa lá no FICA.



Hebert, Thaís(prima da Marcela), Marcela, Erikita, Cris Leite e Rodrigo na Praça do Coreto.



Jogo de Pratos do Palácio Conde dos Arcos.



Foto da Cidade de Goiás



Eu, foto tirada por Fellipe Fernandes na Santa Bárbara.



Por do Sol na igreja Santa Bárbara.

É isso gente, até mais, se DEUS quiser.....

5 comentários:

Rodrigo disse...

Eh, Eduardo o FICA tá rendendo até hoje. Muito legal as suas versões paras histórias. Estava lembrando das palhaçadas. Somos um bando de crianças mesmo, hi, hi, hi... Abraço

maria cristina disse...

Oi Du!!! Bastante descritivo o seu blog hehehe, mas é bom, tinhas alguns detalhes que eu não me lembrava... e valeu pela "deferencia" ao lembrar da espera pelo Dib Luft, ainda bem que valeu a pena para vcs, pq se ele fosse chato iria atrás dele dizer poucas e boas, ahahaha Mas o FICA foi bom sim, como a Érika disse no blog dela, num é novidade mais, eu acho q é por isso q perde um pouco o encanto... Mas no final deu tdo certo!!! Estou esperando a descrição do domingo!!! Vê se agiliza, hahahaa, olha quem fala!!! rsrsrs bjão

Fellipe Fernandes disse...

oi Du! Espero que você não conte pra ninguém o quanto que eu tô te pagando pra fazer essas propagandas da minha pessoa!!! que isso! quato elogio... enfim, como o Rodrigones disse, eu tb tô rindo das coisas até hoje. E o pior de tudo: tô rindo pras paredes daqui de casa. Ninguém entende...rsrsrsrs. Ah! e não é que a foto ficou boa mesmo! a do Compadre com a Maria ficaram boas também? deixa eu ver depois? espero, hein!
Abração.

Ana Carol disse...

Nossa deu uma saudade agora do FICA!!! Sinceramente foi perfeito todos aqueles dias em Goiás, não apenas pela simbologia do FICA, mas tb pelo fortalecimento dos laços de amizade, por podermos conhecer melor as pessoas, pelo chão duro e a dor no pescoço.

Mathieu disse...

hola Eduardo,
estoy en Buenos Aires, vi mucho sobre Goias Velho pero nada sobre la ciudad actual, moderna.
Podes hacerme unos comentarios y pasarme unos link o pagina web para saber mas, saludos

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