- Ei moço, quanto custa uma corrida até o Arouche?
No mesmo instante que a pergunta era feita, um inevitável sorrisinho sarcástico era proferido pela face do taxista. Assim ocorria toda vez que precisávamos de uma condução mais segura para o nosso hotel, localizado no centro da capital paulista.
A nossa sorte foi que logo viríamos a descobrir o porquê daquela cena se repetir. O Largo do Arouche é o centro do homossexualismo de São Paulo. E olha que isto não é apenas a “fama” do bairro – as redondezas do Arouche e da praça da República é um local assumidamente gay, e chega ao ponto de algumas casas e estabelecimentos usarem a bandeira do arco-íris no lado de fora.
O curioso é que aquele fato nos rendeu boas risadas em toda a nossa viagem. Começamos a testar os motoristas de táxis que nos guiava pela metrópole:
- Moço, é verdade que o Arouche é, o senhor sabe.....?
- Olha, aquele região só tem gay.....
Era só eles confirmarem para a gente cair na gargalhada. Mesmo porque se a vizinhança não era totalmente agradável, também não nos causava problema. A nossa maior preocupação era pela outra característica da região.
- As pessoas que andam pelo Arouche e pela República não prestam. Se eu ficasse ali o dia inteiro, o dia inteiro eu ficaria prendendo bandidos que assaltam no Largo do Arouche. Tem assalto o dia todo, naquela região.
Esta confirmação quem nos deu foi um policial da guarda municipal. Graças a DEUS não nos deparamos com nenhum problema desta natureza. Apesar das expressões fechadas e individualistas das pessoas que passavam por ali, aquela região não me pareceu, ora nenhuma, perigosa a ponto de haver crimes o dia inteiro.
O que vi por lá era vários mendigos. E por falar nisso, como tem mendigos em São Paulo. Se você der apenas um centavo para cada pessoa que te pedir dinheiro, no fim do mês pode ter certeza de que perdeu uma soma considerável. O pedinte que mais ficou na memória foi, surpreendentemente, o único que contribui com alguma coisa. Foram os R$0,50 que mais me arrependi de ter dado a alguém. Isto porque ele não ficou contente, veio atrás de nós e ainda me xingou pelas costas. Fazer o que?
Mas o que mais marcou nos quatro dias em que ficamos na região central de São Paulo foi a diversidade do povo e a segregação das diferenças. São Paulo é uma cidade de guetos. Além dos homossexuais, por ali havia guetos de nigerianos e de bolivianos. Apesar da grande metrópole ser, talvez, a cidade mais heterogênea do país, o preconceito é algo embutido nas pessoas.
- Vocês deviam ter ficado em outro lugar, por aqui não há nada que preste – disse um motorista de táxi.
A gente se divertia bastante naquela situação. A viagem não teria o mesmo valor sem notar as contradições daquele mini-universo que possui, ao mesmo tempo, pessoas que se juntam para terem forças a fim de lutar contra o preconceito, e de outras que não querem, nem mortas, passarem perto. E, no Arouche, nós éramos apenas testemunhas daquele processo. Na realidade, para nós o lugar significava apenas uma melhor localização e, assim, um menor valor na hora de pagar o táxi.
- Moço, vamos até a Vila Madalena, faz a corrida por R$20,00?
- Não dá, só por R$30,00!
- Mas um outro cara ontem fez para a gente por R$20,00. Faz por pelo menos R$25,00?
- Tudo bem, entra aí!
segunda-feira, agosto 14, 2006
quinta-feira, agosto 10, 2006
Sampa em Imagens
quarta-feira, agosto 09, 2006
Simplesmente São Paulo
Foi tão bom que é duro voltar à realidade. São Paulo é realmente uma cidade magnífica que alimenta os sonhos de todos que visitam sua grandeza e que sonham ir além do Paranaíba.
Isto porque São Paulo é uma cidade sem limites. Tudo o que você imagina é possível encontrar por lá. Por mais que você ande dificilmente chegará até o final.
A grande metrópole enfeitiça os seus visitantes que passam por suas ruas cheias de arranha-céus e placas indicando que a realização de um sonho é logo ali.
Até mesmo as gafes de um grupo de pessoas que vêm de fora são totalmente perdoáveis e motivos de risos e brincadeiras. São Paulo parece se divertir com os estrangeiros que se perdem por seus labirintos de pedras.
Lá é um local de desafios. Você não consegue chegar ao “baú do tesouro” sem ter que se arrisca e encarar os obstáculos. Em São Paulo você está sempre muito exposto, mesmo que seja apenas mais um na multidão.
É difícil explicar todos os sentimentos e todas as sensações de visitar uma cidade como São Paulo. Só agradeço a DEUS os quatro dias passados entre 20 milhões de almas que batalham todos os dias para vencer naquela apaixonante cidade.
Cidade não, um país, independente de tudo e de todos.....
Isto porque São Paulo é uma cidade sem limites. Tudo o que você imagina é possível encontrar por lá. Por mais que você ande dificilmente chegará até o final.
A grande metrópole enfeitiça os seus visitantes que passam por suas ruas cheias de arranha-céus e placas indicando que a realização de um sonho é logo ali.
Até mesmo as gafes de um grupo de pessoas que vêm de fora são totalmente perdoáveis e motivos de risos e brincadeiras. São Paulo parece se divertir com os estrangeiros que se perdem por seus labirintos de pedras.
Lá é um local de desafios. Você não consegue chegar ao “baú do tesouro” sem ter que se arrisca e encarar os obstáculos. Em São Paulo você está sempre muito exposto, mesmo que seja apenas mais um na multidão.
É difícil explicar todos os sentimentos e todas as sensações de visitar uma cidade como São Paulo. Só agradeço a DEUS os quatro dias passados entre 20 milhões de almas que batalham todos os dias para vencer naquela apaixonante cidade.
Cidade não, um país, independente de tudo e de todos.....
terça-feira, julho 25, 2006
Decepções
Olá Pessoas,
Eu gostaria que alguém inventasse um atualizador de blog cerebral. Daí a gente começa a pensar e ele já vai atualizando automaticamente. Não seria útil?
Pelo menos seria muito interessante naqueles dias que você está caminhando sozinho, a noitinha, pelas ruas sorrateiras da cidade e pensando na vida.
Bem, enquanto ninguém inventa isso vamos atualizando via PC mesmo. Acho que nem adianta pedir mais desculpas pela falta de atualização. Mesmo assim: Desculpem-me, de novo, gente. Prometo que escreverei mais coisas daqui para frente.
E isso deve ser verdade. Minha mente voltou a pensar coisas interessantes para serem compartilhadas. E, é claro, será ótimo escrevê-las aqui.
Mas neste mês de julho ocorreu muitas coisas e poucas ao mesmo tempo. Difícil explicar. Contudo, foi por isso que fiquei um longo período sem atualizar.
Neste último mês estive mergulhado em pensamentos que me levaram a algumas desilusões de recém-formado. Eu sei que isso é normal, mas é ruim.
Desilusões conceituais, vamos assim dizer, não que tenha ocorrido algum evento ou fato que me desiludiu. As coisas lá no jornal continuam muito boas.
Porém, com o tempo, os nossos pensamentos com a profissão em si vão se amadurecendo e temos que encarar a realidade. Isso nem sempre é bom.
Não que eu esteja em crise com a profissão. Ainda tenho a certeza que isso é o que eu quero fazer para o resto da vida.
Mas infelizmente a realidade nem sempre é igual aos nossos sonhos, quando ingressamos na universidade. E o medo de que nunca será nos dá uma certa tristeza....
Inclusive alguns mitos que a gente sempre venerou, às vezes nos decepcionam gravemente. Hoje, por exemplo, vi um artigo do Juca Kfouri sendo veemente contra o diploma para o exercício da profissão. Desprezível.
Enfim, a vida continua. Mudando para coisas boas, todo ano, nesta época, me dá uma vontade tremenda de realizar a tão sonhada viagem para Machu Pichu.
Se DEUS quiser espero realizá-la em breve(né Lorena? ehehe). Ontem mesmo passei a noite na internet caçando fotos.
Ah, e nesse bolsão de pensamentos positivos tem também a viagem para Sampa, na semana que vem. Mas aí são outros quinhentos. Fica para um próximo post, que eu prometo, não demorará muito.
Até lá espero estar mais alegre e só falar de coisas boas, rs.
Abraços a todos.....
Eu gostaria que alguém inventasse um atualizador de blog cerebral. Daí a gente começa a pensar e ele já vai atualizando automaticamente. Não seria útil?
Pelo menos seria muito interessante naqueles dias que você está caminhando sozinho, a noitinha, pelas ruas sorrateiras da cidade e pensando na vida.
Bem, enquanto ninguém inventa isso vamos atualizando via PC mesmo. Acho que nem adianta pedir mais desculpas pela falta de atualização. Mesmo assim: Desculpem-me, de novo, gente. Prometo que escreverei mais coisas daqui para frente.
E isso deve ser verdade. Minha mente voltou a pensar coisas interessantes para serem compartilhadas. E, é claro, será ótimo escrevê-las aqui.
Mas neste mês de julho ocorreu muitas coisas e poucas ao mesmo tempo. Difícil explicar. Contudo, foi por isso que fiquei um longo período sem atualizar.
Neste último mês estive mergulhado em pensamentos que me levaram a algumas desilusões de recém-formado. Eu sei que isso é normal, mas é ruim.
Desilusões conceituais, vamos assim dizer, não que tenha ocorrido algum evento ou fato que me desiludiu. As coisas lá no jornal continuam muito boas.
Porém, com o tempo, os nossos pensamentos com a profissão em si vão se amadurecendo e temos que encarar a realidade. Isso nem sempre é bom.
Não que eu esteja em crise com a profissão. Ainda tenho a certeza que isso é o que eu quero fazer para o resto da vida.
Mas infelizmente a realidade nem sempre é igual aos nossos sonhos, quando ingressamos na universidade. E o medo de que nunca será nos dá uma certa tristeza....
Inclusive alguns mitos que a gente sempre venerou, às vezes nos decepcionam gravemente. Hoje, por exemplo, vi um artigo do Juca Kfouri sendo veemente contra o diploma para o exercício da profissão. Desprezível.
Enfim, a vida continua. Mudando para coisas boas, todo ano, nesta época, me dá uma vontade tremenda de realizar a tão sonhada viagem para Machu Pichu.
Se DEUS quiser espero realizá-la em breve(né Lorena? ehehe). Ontem mesmo passei a noite na internet caçando fotos.
Ah, e nesse bolsão de pensamentos positivos tem também a viagem para Sampa, na semana que vem. Mas aí são outros quinhentos. Fica para um próximo post, que eu prometo, não demorará muito.
Até lá espero estar mais alegre e só falar de coisas boas, rs.
Abraços a todos.....
terça-feira, julho 04, 2006
Nostalgias de Julho
Olá Pessoas,
Meu texto acabou que não saiu, mas eu voltei. Agora que a Copa do Mundo está para acabar, posso voltar a escrever aqui.
O batente foi duro lá no “Na Grande Área”, mas foi muito bom. Espero que as pessoas que freqüentaram o blog tenham gostado.
É isso, estamos em Julho. Já entramos oficialmente no segundo semestre do ano. E como as coisas passam rápidas.
Este é um mês de expectativas. Estou planejando um segundo semestre mais movimentado. O primeiro foi bom, mas fiquei um pouco parado.
Julho também traz nostalgias. Hoje o frio deu uma apertadinha aqui em Goiânia, o dia ficou coberto e eu lembrei das minhas férias em Campinas.
São coisas que provavelmente não voltarão mais, mas eu tenho saudades. Quero tirar férias em um mês de julho futuro para poder viajar para um lugar bem frio.
To com saudades de férias. Estou com saudades de Bonito. E com saudades da vida de estudante.
Antigamente a gente passava à tarde, noite e manhã jogando vídeo-game e achava que a vida não podia ser melhor.
Hoje a gente fica com medo de não estar aproveitando bem o tempo livre. É muito estranho isso tudo.
Acho que essa nostalgia veio juntamente com a Copa do Mundo. Lembro-me bem das Copas de 90, 94, 98 e 2002. As duas do meio foram as melhores.
Lembro quando, no fim da de 1998, fiquei imaginado: puxa quando vier a Copa de 2002 vou ter 20 anos, a de 2006 terei 24, depois 28, 32, 36 e etc....
Isso tudo soma-se ainda com as incertezas do futuro. Não sei direito como quero levar a minha vida. Tudo que sei é que quero muito viver uma época no exterior.
Também quero fazer pós-graduação. Mas em que área? Agora estou empolgado em jornalismo esportivo, mas já estive em outras épocas e depois desisti.
É isso. Acho que precisava escrever aqui. Isso me alivia. A parada foi por causa da Copa do Mundo, agora voltamos ao normal.
Grande abraço a todos, e até mais se DEUS quiser.
Meu texto acabou que não saiu, mas eu voltei. Agora que a Copa do Mundo está para acabar, posso voltar a escrever aqui.
O batente foi duro lá no “Na Grande Área”, mas foi muito bom. Espero que as pessoas que freqüentaram o blog tenham gostado.
É isso, estamos em Julho. Já entramos oficialmente no segundo semestre do ano. E como as coisas passam rápidas.
Este é um mês de expectativas. Estou planejando um segundo semestre mais movimentado. O primeiro foi bom, mas fiquei um pouco parado.
Julho também traz nostalgias. Hoje o frio deu uma apertadinha aqui em Goiânia, o dia ficou coberto e eu lembrei das minhas férias em Campinas.
São coisas que provavelmente não voltarão mais, mas eu tenho saudades. Quero tirar férias em um mês de julho futuro para poder viajar para um lugar bem frio.
To com saudades de férias. Estou com saudades de Bonito. E com saudades da vida de estudante.
Antigamente a gente passava à tarde, noite e manhã jogando vídeo-game e achava que a vida não podia ser melhor.
Hoje a gente fica com medo de não estar aproveitando bem o tempo livre. É muito estranho isso tudo.
Acho que essa nostalgia veio juntamente com a Copa do Mundo. Lembro-me bem das Copas de 90, 94, 98 e 2002. As duas do meio foram as melhores.
Lembro quando, no fim da de 1998, fiquei imaginado: puxa quando vier a Copa de 2002 vou ter 20 anos, a de 2006 terei 24, depois 28, 32, 36 e etc....
Isso tudo soma-se ainda com as incertezas do futuro. Não sei direito como quero levar a minha vida. Tudo que sei é que quero muito viver uma época no exterior.
Também quero fazer pós-graduação. Mas em que área? Agora estou empolgado em jornalismo esportivo, mas já estive em outras épocas e depois desisti.
É isso. Acho que precisava escrever aqui. Isso me alivia. A parada foi por causa da Copa do Mundo, agora voltamos ao normal.
Grande abraço a todos, e até mais se DEUS quiser.
sábado, junho 17, 2006
Correrias de Copa
Olá pessoas, voltei!!
Rapidamente, só para dizer que tenho tido muito pouco tempo livre. É trabalho, Copa do Mundo, vida social...., uma loucura.
Não tenho parado desde que o mundial começou. É muito legal, porém muito desgastante também. Venho fazendo uma pequena cobertura diária no meu blog futebolístico, o que cansa ainda mais. Mas vale a pena.
Quero escrever um texto sobre a febre de Brasil que cobre o país em Copas do Mundo, mas não sei quando terei tempo. Espero poder escrever antes da seleção deixar a Copa, rs.
Mas Copa do Mundo é assim mesmo. Você corre, corre, mas depois que acaba lamenta por ter que esperar outros quatro anos. E se DEUS quiser, na próxima estarei lá, na África.
abraços!!
Obs.: Este é meu post número 100, com um pouco mais de um ano de Blog!! êêêêêê!!
Rapidamente, só para dizer que tenho tido muito pouco tempo livre. É trabalho, Copa do Mundo, vida social...., uma loucura.
Não tenho parado desde que o mundial começou. É muito legal, porém muito desgastante também. Venho fazendo uma pequena cobertura diária no meu blog futebolístico, o que cansa ainda mais. Mas vale a pena.
Quero escrever um texto sobre a febre de Brasil que cobre o país em Copas do Mundo, mas não sei quando terei tempo. Espero poder escrever antes da seleção deixar a Copa, rs.
Mas Copa do Mundo é assim mesmo. Você corre, corre, mas depois que acaba lamenta por ter que esperar outros quatro anos. E se DEUS quiser, na próxima estarei lá, na África.
abraços!!
Obs.: Este é meu post número 100, com um pouco mais de um ano de Blog!! êêêêêê!!
sábado, junho 10, 2006
Está aberto o período de emoções
Totalmente emocionante. É assim que defino a abertura da Copa do Mundo 2006. Nunca vi uma cerimônia tão simples e tão tocante.
A melhor parte foi a entrada dos campeões do mundo. Começou pelas seleções que tinham menos títulos (França e Inglaterra) e terminou, é claro, com o Brasil.
Quando vi jogadores como Raí, Leonardo, Dunga e Bebeto, a emoção realmente bateu forte. Foi um clima inédito e extraordinário identificar a seleção que marcou a minha geração, em 1994.
Após a cerimônia, a FIFA armou uma para, me desculpe o palavreado, sacanear o torcedor. Quatro longos anos de espera, e tivemos que esperar mais uma hora.
Fácil de explicar, a festa terminou ao meio-dia e o primeiro jogo estava marcado para às 13 horas, entre Alemanha X Costa Rica.
Foi uma hora de reflexão e angústia. Serviu para pensar em tudo o que ocorreu para chegarmos ao dia de hoje. Tantos jogos e tantos gols nas chamadas eliminatórias.
Enquanto isso a televisão ia mostrando os jogadores chegando ao estádio. Se aprontando. Se perfilando no túnel para entrar em campo.
Nesta hora vem a idéia de que uma bolinha no sorteio poderia ter mudado as partidas. Aquele jogo iria ocorrer por causa da escolha de uma pessoa que pegou um certo objeto esférico num certo momento. É estranho pensar nisso.
E foram seis meses, com todo mundo falando de que jeito seria o encontro entre alemães e costarriquenhos.
Quando as equipes estavam prontas, veio o um minuto de silêncio. Entre os homenageados estavam o grande e inesquecível Telê Santana. Na minha cabeça só um pensamento: é agora!!
A melhor parte foi a entrada dos campeões do mundo. Começou pelas seleções que tinham menos títulos (França e Inglaterra) e terminou, é claro, com o Brasil.
Quando vi jogadores como Raí, Leonardo, Dunga e Bebeto, a emoção realmente bateu forte. Foi um clima inédito e extraordinário identificar a seleção que marcou a minha geração, em 1994.
Após a cerimônia, a FIFA armou uma para, me desculpe o palavreado, sacanear o torcedor. Quatro longos anos de espera, e tivemos que esperar mais uma hora.
Fácil de explicar, a festa terminou ao meio-dia e o primeiro jogo estava marcado para às 13 horas, entre Alemanha X Costa Rica.
Foi uma hora de reflexão e angústia. Serviu para pensar em tudo o que ocorreu para chegarmos ao dia de hoje. Tantos jogos e tantos gols nas chamadas eliminatórias.
Enquanto isso a televisão ia mostrando os jogadores chegando ao estádio. Se aprontando. Se perfilando no túnel para entrar em campo.
Nesta hora vem a idéia de que uma bolinha no sorteio poderia ter mudado as partidas. Aquele jogo iria ocorrer por causa da escolha de uma pessoa que pegou um certo objeto esférico num certo momento. É estranho pensar nisso.
E foram seis meses, com todo mundo falando de que jeito seria o encontro entre alemães e costarriquenhos.
Quando as equipes estavam prontas, veio o um minuto de silêncio. Entre os homenageados estavam o grande e inesquecível Telê Santana. Na minha cabeça só um pensamento: é agora!!
quarta-feira, junho 07, 2006
Humores em tempo de Copa
Eis que voltei. Estou aqui na redação esperando sair para pauta e lembrei do meu blog esquecido. Eu juro que não queria que fosse assim, snif, snif!! ehehehe. Estou com problemas. Tenho dois blogs e, às vezes, não consigo atualizar nenhum. Mas também não quero desfazer de nenhum. Muito menos deste que já tem um ano de vida e muitas lembranças boas. Veremos o que ocorre.
Estou em contagem regressiva para o maior evento mundial. Quer dizer, estou a muito tempo, mas cada vez que se aproxima vai ficando mais intenso. Parece que cada vez que o tempo passa mais distante a Copa do Mundo fica. Bom, pelo menos já é depois de amanhã. Mal posso esperar para acabar a semana aqui no jornal para ficar em casa assistindo aos jogos.
Acho que a partir da Copa meu humor vai melhorar. Esta semana tive outras crises de baixo humor. Acho que estou precisando de férias. Mas está tão longe, que não posso ficar depositando minhas esperanças nisso. Preciso de boas novidades que quebram a minha rotina. Se DEUS quiser elas virão. Pelo menos estou plantando para isso.
abraços a todos (Desculpe-me algum erro, estou com preguiça de revisar o texto, rs....!!)
Estou em contagem regressiva para o maior evento mundial. Quer dizer, estou a muito tempo, mas cada vez que se aproxima vai ficando mais intenso. Parece que cada vez que o tempo passa mais distante a Copa do Mundo fica. Bom, pelo menos já é depois de amanhã. Mal posso esperar para acabar a semana aqui no jornal para ficar em casa assistindo aos jogos.
Acho que a partir da Copa meu humor vai melhorar. Esta semana tive outras crises de baixo humor. Acho que estou precisando de férias. Mas está tão longe, que não posso ficar depositando minhas esperanças nisso. Preciso de boas novidades que quebram a minha rotina. Se DEUS quiser elas virão. Pelo menos estou plantando para isso.
abraços a todos (Desculpe-me algum erro, estou com preguiça de revisar o texto, rs....!!)
quarta-feira, maio 17, 2006
Adversidades
Às vezes me pergunto se não sou, ou estou, muito ranzinza. Mas a verdade é que, ultimamente, algumas coisas andam me deixando mais irritado. É claro que, ao meu ver, toda a minha irritação é justificável. Mas dentro de mim fica aquela dúvida se sou eu, ou não, que estou implicando muito com as pessoas, e com as situações.
Sempre fui muito pacífico e na minha. Guardo a maioria de minhas emoções. Isso sempre me trouxe muitos benefícios, mas também alguns problemas. Como benefícios o fato de que eu evito desgastes desnecessários com algumas pessoas. Mesmo que, de vez em quando, eu possa ficar um pouco contrariado.
É claro que isso ocorre apenas quando essa contrariedade não extrapola. Porque a vida já me ensinou que quando passam do limite com a gente, a recíproca deve prevalecer. Isso é raro ocorrer comigo. Mas sigo um lema: penso mil vezes antes de entrar numa briga, mas quando declarados os inimigos vou até o final e não descanso até ver a carcaça alheia aos meus pés. Hummmm, acho que exagerei um pouco, ehehehe.
Como problemas, o fato de que às vezes eu fico sobrecarregado com situações que guardo e evito responder. E isso acaba gerando dificuldades de relacionamento. Além disso, não acho justo ficar mal enquanto que a pessoa que me magoou fique bem. Por isso tento me policiar para ser um pouco menos “de boa”.
Isso tudo é apenas uma reflexão. Não é um desabafo, ou algo contra alguém especificamente. É fruto de uma análise de vários fatos que me vem à mente e que torna necessário pensar bem. É muito difícil mudar os nossos hábitos. Mas, muitas vezes, é preciso.
Sempre fui muito pacífico e na minha. Guardo a maioria de minhas emoções. Isso sempre me trouxe muitos benefícios, mas também alguns problemas. Como benefícios o fato de que eu evito desgastes desnecessários com algumas pessoas. Mesmo que, de vez em quando, eu possa ficar um pouco contrariado.
É claro que isso ocorre apenas quando essa contrariedade não extrapola. Porque a vida já me ensinou que quando passam do limite com a gente, a recíproca deve prevalecer. Isso é raro ocorrer comigo. Mas sigo um lema: penso mil vezes antes de entrar numa briga, mas quando declarados os inimigos vou até o final e não descanso até ver a carcaça alheia aos meus pés. Hummmm, acho que exagerei um pouco, ehehehe.
Como problemas, o fato de que às vezes eu fico sobrecarregado com situações que guardo e evito responder. E isso acaba gerando dificuldades de relacionamento. Além disso, não acho justo ficar mal enquanto que a pessoa que me magoou fique bem. Por isso tento me policiar para ser um pouco menos “de boa”.
Isso tudo é apenas uma reflexão. Não é um desabafo, ou algo contra alguém especificamente. É fruto de uma análise de vários fatos que me vem à mente e que torna necessário pensar bem. É muito difícil mudar os nossos hábitos. Mas, muitas vezes, é preciso.
segunda-feira, maio 15, 2006
Um novo começo
Eis que quando ninguém mais dava mais nada por este espaço, vem o ressurgimento. É.... realmente não pegou bem esta frase, ehehe. Mas o fato é que estou de volta, com vontade de escrever neste espaço. Precisei tirar umas férias. Cheguei a conclusão que quando eu utilizava este blog eu tinha mais sossego mental. Coisa doida, não? Pois é, estou tendo medo de mim mesmo ultimamente.
Nem mal comecei e fiquei sem assunto, ehehehe. É que são tantas coisas a dizer e tantas outras a não dizer que fico sem jeito de começar. Mas, vou tentar levar de alguma forma, e vamos ver o que sai.
Este mês de Maio está extremamente nostálgico. O frio precoce de Goiânia traz várias lembranças em mim, algumas boas, outras nem tanto, principalmente dos últimos anos. Quando bate o ar frio fico lembrando das aventuras lá em Goiás, no FICA. Fico com muita saudade e acabo tendo que disfarçar a minha mente, para me consolar que a época de FICA, como estudante e com todo o pessoal, acabou. Não voltará. É difícil, né? Pois é.... Bola para frente.
E no mesmo momento que penso neste passado fico imaginando como realizar meus sonhos futuros: viajar, sair do país, fazer um curso fora. Mas, infelizmente, alguns planos que tento por em prática, neste sentido, acabam se chocando com outras coisas que necessitam superação, mas que não tenho maneiras de superar neste momento. Então o que fica é só o presente mesmo. Que não está ruim, é claro.
Acabei de ler um livro muito bom. É a biografia do velho Samuel Wainer. Recomendo para todos que gostam de história, ou de jornalismo, ou de política. É um material riquíssimo que conta a trajetória do grande Samuel e seus jornais, numa época que vai desde o Estado Novo de Getúlio Vargas, até a ditadura militar, em 1964. Totalmente imperdível.
Fico por aqui hoje, mas garanto que volto em breve!! Ehehehe!!
Grande abraço a todos e fiquem com DEUS!!
Nem mal comecei e fiquei sem assunto, ehehehe. É que são tantas coisas a dizer e tantas outras a não dizer que fico sem jeito de começar. Mas, vou tentar levar de alguma forma, e vamos ver o que sai.
Este mês de Maio está extremamente nostálgico. O frio precoce de Goiânia traz várias lembranças em mim, algumas boas, outras nem tanto, principalmente dos últimos anos. Quando bate o ar frio fico lembrando das aventuras lá em Goiás, no FICA. Fico com muita saudade e acabo tendo que disfarçar a minha mente, para me consolar que a época de FICA, como estudante e com todo o pessoal, acabou. Não voltará. É difícil, né? Pois é.... Bola para frente.
E no mesmo momento que penso neste passado fico imaginando como realizar meus sonhos futuros: viajar, sair do país, fazer um curso fora. Mas, infelizmente, alguns planos que tento por em prática, neste sentido, acabam se chocando com outras coisas que necessitam superação, mas que não tenho maneiras de superar neste momento. Então o que fica é só o presente mesmo. Que não está ruim, é claro.
Acabei de ler um livro muito bom. É a biografia do velho Samuel Wainer. Recomendo para todos que gostam de história, ou de jornalismo, ou de política. É um material riquíssimo que conta a trajetória do grande Samuel e seus jornais, numa época que vai desde o Estado Novo de Getúlio Vargas, até a ditadura militar, em 1964. Totalmente imperdível.
Fico por aqui hoje, mas garanto que volto em breve!! Ehehehe!!
Grande abraço a todos e fiquem com DEUS!!
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