terça-feira, abril 06, 2010

Kick Ass - diversão e sangue

Uma das coisas boas de morar na Europa ou nos EUA é poder conferir os lançamentos do cinema bem antes do que se estivesse no Brasil. Esta tarde eu tirei um tempo livre para assistir Kick Ass, que em 'português' se chamará Kick Ass - Quebrando Tudo. Apesar de já ter entrado em cartaz há uns 15 dias, no Brasil ele só será visto a partir do dia 11 de junho.

O filme é a adaptação da HQ de mesmo nome, do escocês Mark Millar e do norte-americano John Romita Jr. e conta a história de Dave Lizewski (Aaron Johnson) que, encabulado por ninguém nunca ter tentado virar um super-herói, decide vestir uma roupa, adotar uma identidade secreta e ir a luta, literalmente. Adota o nome de Kick Ass ('Chutar o Trazeiro', em tradução literal).

Neste ponto entra a maior diferença em relação as histórias de heróis convencionais. Dave é uma pessoa comum, um nerd para dizer a verdade, que não tem sucesso com as garotas e passa todo o seu tempo livre em uma loja de quadrinhos lendo histórias com seus amigos. Ou seja, nada de poderes especiais ou qualquer coisa do gênero. Toda esta história só podia ter um resultado: ação patética ou violência extrema. Ficamos com o segundo.

Logo na primeira tentativa de virar um herói, Dave é esfaqueado e atropelado. Recuperado, ele tenta de novo e, depois de muito apanhar, consegue salvar a vida de um rapaz, mesmo ao acaso e com muita sorte. O video do "herói sem poderes" cai no You Tube e ele vira celebridade da noite para o dia.

Só que isto não lhe dá poderes, habilidades ou experiência de combate ao crime. Em uma outra investida, Dave esbarra com os interesses de uma corporação do crime organizado, encabeçado por Frank D'Amico (Mark Strong), um chefão que não poupa crueldade. Dave estaria liquidado se não fossem mais dois heróis entrar em cena. O Big Daddy, Damon Macready (Nicolas Cage), e a Hit Girl, Mindy Macready (Chloe Moretz), são pai e filha que chegam para equilibrar a situação.

Nesta hora entra o detalhe que vai deixar até o menos conservador de cabelo em pé. Mindy é nada menos do que uma menininha de 12 anos, mas que em combate se transforma em uma máquina de guerra e não para antes de aniquilar o último bandido. Além de xingar toda hora, a garota 'derrota' os inimigos de uma forma tão violenta que quando entra em cena é difícil ver outra coisa a não ser sangue jorrando pelo chão e paredes. Já na sua primeira aparição, ela acaba com um grupo de oito bandidões, com direito a muita faca atravessando corpos e vôo de pernas multiladas.

A violência é a tônica do filme. Eu que achava que Kill Bill havia passado um pouco dos limites agora tenho um outro patamar de comparação (rsrs). Ou seja, quem não gosta de sangue, dedos multilados a sangue frio ou pessoas sendo rodadas dentro de um micro-ondas até explodir, fique longe das telas. O lado bom para os puritanos de plantão é que o filme deixa bem claro a mensagem: "meninos, não tentem isto em casa".

Como não podia ser diferente, a trama gira em torno da tentativa de Big Daddy e Hit Girl tentar acabar com o bando de Frank, com a ajuda atrapalhada de Kick Ass. No meio ainda aparece Red Misti, Chris D'Amico (Christopher Mintz-Plasse), um quarto 'herói', filho do chefão Frank, que se infiltra para tentar ajudar o pai.

O interessante em Kick Ass é originalidade de trazer o mundo dos super-heróis para a vida real. Neste aspectado a violência tem seu lado positivo, pois o filme mostra que nós somos humanos limitados e qualquer tentativa de combater o crime com as próprias mãos tem 99,9% de chance de acabar em fracasso, ou melhor, morte. Além disto, há várias piadinhas bem boladas, além de cenas que fazem paródias dos filmes de heróis convencionais. Em resumo, uma boa diversão para quem não se importa de ver sangue por toda parte.

domingo, abril 04, 2010

Páscoa de longe

É Páscoa!! Mas Páscoa longe de casa não tem o mesmo gosto. Por mais que você compre um ovo de chocolate, e faça coisas que lembrem o lar. Páscoa longe da família e amigos tem sabor de um dia comum, por mais que não seja. Acho que estar longe de casa vai contra o conceito de dia comemorativo, rsrs.

Enfim, não esqueçamos o valor da Páscoa. Que Cristo ressucitado possa estar no coração de todos e que o coelho possa pular todos os dias de nossas vidas!!

Feliz Páscoa!!

quarta-feira, março 31, 2010

Segurança segura

Duas coisas me fariam viver na Europa para sempre: o baixo preço de carro, roupas, eletrônicos, enfim, bens duráveis, e a segurança. Esta última ainda me chama a atenção e consegue me impressionar profundamente todos os dias, mesmo depois de quase um ano no velho continente.

Mesmo em Londres, cidade que tem cerca de 7 milhões de pessoas, você não se sente nem um pouco inseguro. É maravilhoso poder sair do trabalho quase uma hora da manhã, ir para o ponto de ônibus, esperar tranquilamente, entrar, sentar, ir pensando na vida, totalmente distraído, descer em um bairro afastado, e ir caminhando para a casa sem preocupações.

Ontem ocorreu ainda um fato, comum por aqui, é verdade, mas que impressiona. Logo após descer do ônibus aqui perto de casa, às 1:20 da madrugada exatamente, vi uma mulher, sozinha, sacando dinheiro em um caixa eletrônico. Dois marmanjos passaram por trás dela no momento e ela não não demonstrou nenhuma reação de medo, ou de afobação. Simplesmente continuou a operação.

Infelizmente não podemos dizer o mesmo dos médios e grandes centros do Brasil. Mesmo de carro, a insegurança é frequente. Aqui, ao contrário, você pode andar tranquilamente à noite, bêbado, com 800 libras no bolso (cerca de R$2400,00) sem ficar tenso e nem incerto de que vai chegar bem em casa.

sábado, março 27, 2010

Dúvidas

Não demorou muito para conseguir um emprego aqui em Londres. Quando você procura qualquer coisa normalmente acha na primeira esquina. Foi o que aconteceu. Mas, não obstante as dificuldades do novo desafio, os últimos dias me encheram de dúvidas sobre os caminhos que devo seguir nos próximos meses.

Já não sei mais o que vale a pena e o que não. Ficar sem rumo é o que não dá. Apesar de ter passado dois meses em casa, logo logo completará um ano que estou nesta vida louca, sem ficar raízes de longo prazo em nenhum lugar. Isto cansa e me enche de dúvidas, porque a pergunta: "e aí?", fica no ar. E isto faz me lembrar que na vida não existe caminhos certos ou errados, e sim aquele que a gente constrói.

quinta-feira, março 18, 2010

Ah, as mudanças!!

Mal comecei fazer alguma coisa de útil, depois de um tempo na vida mansa, e eis que já ganho umas férias. Como assim? A minha escola de inglês para uma semana a cada três meses, e eu comecei o curso bem perto da 'entre safra'. Enfim, acho que o destino quer mesmo que eu descanse (rsrs!!) e vamos fazendo isto, até mesmo porque algo me diz que a correria está para começar.

Mas o que isto tem a ver com mudanças, pergunta o leitor sensato? Nada. As mudanças já vieram, e agora o que tenho que fazer é dar prosseguimento a nova vida que elas proporcionaram. Vendo, lendo e ouvindo, porém, me deparo com vários amigos assustados com mudanças, então achei que o tema vem bem a calhar.

Eu morro de medo de mudar. Taí uma afirmação pra lá de verdadeira. O problema é que eu tenho mais medo ainda de ficar estagnado. Então, de vez enquando, eu preciso fazer algumas mudanças na minha vida. Se elas são certas ou erradas, não consigo saber antes de executá-las. Mesmo porque se soubesse, é claro, pegaria o caminho certo. O que posso fazer é apenas seguir a minha intuição e meu coração.

Por que é tão difícil mudar? Porque mudar é dar a cara a tapa. É desistir de uma rotina onde você conhece o caminho. É abandonar uma vida, ou um estilo de vida, que te conforta, já que você faz tudo no automático, e partir para o desconhecido. É trocar o consolidado pelo incerto, não importa o tipo de mudança.

Então por que mudar? Na grande maioria das vezes é porque aquilo que você faz, o estilo de vida que você leva ou o que você costuma fazer não te alegra mais. Por mais que você tente não há como esconder a vontade interna pela mudança.

É necessário mudar? Não sei, depende da pessoa. Tem pessoas que conseguem se resolver sem mudar. Outras que vivem o resto da vida amargas porque não mudaram. Neste caso, quase sempre, falta coragem. Já que mudar é se expor, é entrar em um túnel escuro, é fazer algo que você não sabe onde vai dar, é não saber o que as pessoas vão falar, é não prever onde você estará daqui há alguns dias, meses ou anos, não são todas as pessoas que conseguem pegar outro caminho.

No meu caso, deixei a confortável vida que levava na casa dos meus pais, empregado, fazendo o que queria, na área em que queria, para uma 'aventura' em outro continente. Dúvidas? Milhares. Medos? Um monte. Riscos? Muitos. Garantias? Nenhuma. Parece até uma loucura colocando as coisas deste modo. Mas, às vezes, você percebe que não será completamente feliz se não fizer uma mudança na sua vida. E quando isto acontece eu prefiro mudar do que envelhecer sem saber como teria sido.

Não é fácil. Você ter que lidar com tudo novo, nova vida, novas atitudes e novas pessoas. Ainda vivendo aterrorizado com que as pessoas vão falar se as coisas não derem certo. Ou o que vão falar se derem certo. No caminho muitas dúvidas e incertezas. Vontade de voltar atrás, algumas vezes.

Uma coisa posso dizer: já ralei muito (e vou ralar ainda mais) devido a minha decisão de mudar de país e de vida. Mas mudar é sempre abrir mão de algo em troca de outra coisa maior. Ou seja, se a gente rala, também há o lado positivo. Este compensa tudo. E se no fim nada der certo, pelo menos vou poder sentar na mesa de um bar com os amigos, sem qualquer tipo de amargura, mas feliz, com um copo de cerveja na mão, e contar diversas vezes a história que as mudanças proporcionaram na minha vida. E, discontraído, pelo menos, vou sempre poder dizer: - eu tentei!

sexta-feira, março 12, 2010

Londres depois de um mês

É noite. Madrugrada para falar a verdade. Acabei de comer um congelado comprado por uma libra (cerca de 3 reais) no supermercado. Estou no meu quarto sozinho, dando un rolé básico pela internet. Lá fora, pela janela, tudo está escuro, o céu cor-de-rosa, carregado. As árvores estão sem folhas, tipico de final de inverno aqui no hemisfério norte.

Enfim, esta é minha situação atual, um mês depois de desembarcar em Londres. Confesso que a vida está até muito mais tranquila do que achei que seria. Como aqui é um centro onde as pessoas chegam buscando muito trabalho, parece que todos levam uma rotina agitada. Não é verdade.

O centro da cidade é agitado, como de qualquer metropole. Os bairros, porém, são muito tranquilos, dando a impressão, às vezes, de estarmos em uma cidade no interior de Goiás.

O melhor de morar em Londres é justamente isto. Ter tudo ao nosso alcance, sem a loucura dos grandes centros brasileiros. Aqui tem uma igualdade social muito maior, emprego para todos (e para todos os níveis de escolaridade), muita opção turistica e cultural, várias possibilidades de instrução. As pessoas não vivem inseguras como no Brasil (só, as vezes, em relação ao terrorismo), já que a violência aqui é mínima. Ou seja, um lugar muito bom para morar.

O tranporte público é excelente. É até engraçado, porque hoje o meu professor de inglês, que é londrino, falou na sala de aula que o transporte aqui era muito bom. Achei estranho. Fui procurar nas minhas memórias e percebi que nunca tinha ouvido ninguém falar que o transporte da sua cidade era bom. Pois é. Coisa de brasileiro.

São só algumas primeiras impressões. Veremos quais delas se consolidarão ao longo do tempo, e quais eu terei que mudar nos próximos meses.

sábado, março 06, 2010

Em busca do palhaço

Era noite. Já se passavam das 11 horas quando chegamos ao aeroporto. Estava frio, como de costume, mas nada comparado ao que eu havia me deparado, e sofrido, dois dias antes. Mesmo porque dentro do prédio a temperatura se mantém. O problema era fora.

O embarque só seria às quatro da manhã, o que nos daria tempo. Muito tempo, para falar a verdade. Melhor chegar cedo do que tarde. Ainda mais quando o vôo é internacional e o embarque é em Londres, onde as pessoas são todas muito psicas com segurança.

Naquela hora o problema principal era comida. Ou melhor, a falta dela. Pasmem todos, mas o maior aeroporto da Inglaterra tem apenas uma lanchonete que funciona 24 horas. Aliás, este tipo de comércio não é forte na Europa. Em Londres ainda se pode achar alguns estabelecimentos abertos durante a noite toda. Já na Itália é raríssimo.

Queríamos comer bem (em quantidade, dentro do possível), com o menor gasto de libras. Resposta certa: fast-food. Onde? Eis o problema. Topei o desafio de ir encontrar um Burger King ou um Mc Donald's em um dos cinco terminais de Heathrow.

Para me auxiliar, levei o meu inseparável celular. Novo celular, é verdade, que comprei aqui, com tecnologia 3G, quando percebi que o meu velho companheiro de batalhas não funcionaria mais com estes novos chips. Entrei na internet e busquei a localização de um BK. Me informaram terminal 3. Lá fui eu.

Depois de muito, muito e muito caminhar pelas passagens subterrâneas, elevadores e escadas rolantes, para cima, e para baixo, chego no destino e percebo que tudo, absolutamente tudo, estava fechado. Parecia um front de guerra depois de uma batalha. Isto porque havia muitos corpos espalhados pelo chão. Pessoas que dormiam, esperando pelo chamado, que deveria ocorrer nas primeiras horas da próxima manhã.

Procurei novamente no celular. Descobri que dentro de Heathrow não há fast-foods. Pelo menos é o que informa o site oficial do aeroporto. O que fazer? Como não conseguia realizar uma busca eficiente no site do BK, optei pelo o do Mc Donald's. Descobri um 24 horas logo ali fora, há pouco mais de um quilômetro. Era a nossa única chance.

A região era completamente desconhecida por mim e, nesta hora, já se passava da meia-noite. A única coisa que sabia é que estava em um emaranhado de tuneis e caminhos que levavam por lugares desconhecidos. Tudo ali era gigante e longe. Sair de lá já seria uma maratona. Mesmo assim topei o desafio de ir tentar buscar este lanche, DEUS sabe onde.

Decidi dividir o meu problema em etapas. A primeira era sair do aeroporto e chegar na avenida indicada no meu celular. Para isto precisaria de um ônibus. Fui seguindo as placas até o Central Bus Station, na esperança de pegar algum transporte 24 horas.

Nesta área, porém, Londres é muito bom. Havia vários ônibus por ali, que funcinavam a noite toda. O problema era só achar o certo. Antes de conseguir procurar na internet, eis que para um bem na minha frente. Vi o número da linha, pensei um pouco e entrei. "Ah, o máximo que pode me acontecer é ter que descer, atravessar a rua e pegar ele voltando", raciocinei.

Mas, por sorte do destino, ou proteção divina, não é que ele foi exatamente para onde precisava? E ainda bem que não decidi ir a pé. Não sou louco. Em grandes aeroportos, sair do complexo já é uma grande viagem.

Desci dois pontos depois, logo depois que vi o grande 'M' amarelo. Corri logo em sua direção, em meio ao frio de aproximadamente zero graus, mas logo percebi que estava fechado. Antes do desespero, notei uma faixa que indicava '24 hours drive-throu'. "Ah, vão me atender, nem que tenha que entrar na fila junto com os carros", decidi.

Por sorte não precisei fazer isto. Logo ao lado havia uma janela com atendimento 'walk up', ou seja, para pobres sem carros, como eu. Alegre por conseguir chegar sem erros, passei logo a pensar na segunda etapa: como levar três lanches completos com apenas duas mãos?

O problema maior eram as bebidas. Pedi então uma sacola adicional. O rapaz que atendia não entedeu bem, e ensacou duas vezes o lanche, me dando um suporte para levar os copos. Não conseguiria levar naquele suporte, então, logo que saí, parei em uma mesa externa para colocar os copos dentro da sacola extra.

Ventava muito no momento, e a sacola voou. Sai desesperado atrás da minha única esperança de conseguir carregar tudo. Consegui. Com três sacolas lotadas em mãos fui para a terceira etapa, a volta.

Atravessei a via expressa em meio a muito frio e logo vi o ponto de ônibus. Enquanto analizava o intinerário dos ônibus, eis que o meu passa rápido e nem para. Parar pra que, só tinha eu no ponto? O jeito é esperar o próximo.

Podia pegar várias linhas, mas havia algumas que não podia nem pensar em entrar. Esperei, um, dois, cinco, oito, dez minutos sem nenhum sinal de nada. O frio já penetrava nos meus braços, pernas e rosto. O calor dos hamburguers subia do saquinho e dava um alentos às mãos.

Eis que vejo um ônibus vindo. "Vou ficar atento ao número", pensei. Quando consegui identificá-lo, fiquei na dúvida. Em situações como esta a dúvida é imperdoável. Era um dos meus, mas passou que nem um foguete. Em seguida, vi um outro vindo. Cansado de ficar lá naquele lugar congelante, não pensei duas vezes. Dei o sinal mesmo sem saber. Pensei que não ia parar também, mas o motorista foi gente fina e, mesmo passando do ponto, parou lá na frente. Corri e entrei.

Por sorte, ou proteção divina novamente, ele votaria ao aeroporto. Em poucos minutos estava de volta aos corredores, e escadas. Cheguei vitorioso de volta ao saguão, pouco mais de uma da manhã.

Depois do lanche (Finalmente!!!!!) conversamos e fizemos piadas sobre um indiano (ou coisa parecida) que limpava o terminal a bordo de um carrinho e, ele, pensava estar na Formula 1. Por várias vezes, quase me atropelou.

As quatro e pouco o check-in abriu e despachamos as malas. Destino? São Paulo, Brasil. Fomos até o portão de embarque onde nos despedimos do nosso amigo Marcio. E lá foi ele passar as suas férias no país tropical. Já eu e Eric, demos as costas, fomos até a bus station e iniciamos a viagem de volta para a casa.

domingo, fevereiro 28, 2010

Corrida do Oscar 2010

No próximo domingo, 7, ocorrerá a 82. Academy Awards, ou cerimônia de entrega dos Oscars. Talvez seja a primeira premiação em 15 anos que eu não poderei acompanhar. Com este fuso horário maluco (de Los Angeles para Londres são oito horas de diferença), teria de ficar toda a madrugada acordado. Bem, veremos! De qualquer forma, não poderia deixar de registrar meus palpites. Nada mais do que uma bricadeira que faço todos os anos com os amigos, já que não vi quase nenhum filme. Abaixo a lista com a minha aposta em negrito. E aí, concordas?

Melhor Filme

Avatar, de James Cameron
Um Sonho Possível, de John Lee Hancock
Distrito 9, de Neill Blomkamp
Educação, de Lone Scherfig
Guerra ao Terror, de Kathryn Bigleow
Bastardos Inglórios, de Quentin Tarantino
Preciosa, de Lee Daniels
Um Homem Sério, de Ethan e Joel Coen
Up – Altas Aventuras, de Pete Docter e Bob Peterson
Amor Sem Escalas, de Jason Reitman

Melhor direção
James Cameron (Avatar)
Kathryn Bigelow (Guerra ao Terror)
Quentin Tarantino (Bastardos Inglórios)
Lee Daniels (Preciosa)
Jason Reitman (Amor Sem Escalas)

Melhor ator
Jeff Bridges
George Clooney
Colin Firth
Morgan Freeman
Jeremy Renner

Melhor ator coadjuvante
Matt Damon
Woody Harrelson
Christopher Plummer
Stanley Tucci
Christoph Waltz

Melhor atriz
Sandra Bullock
Helen Mirren
Carey Mulligan
Gabourey Sidibe
Meryl Streep

Melhor atriz coadjuvante
Penélope Cruz
Vera Farmiga
Maggie Gyllenhaal
Anna Kendrick
Monique

Melhor animação
Coraline
O Fantástico Sr. Raposo
(foto)
A Princesa e o Sapo
O Segredo de Kells
Up – Altas Aventuras


Melhor filme estrangeiro
Ajami
El secreto de sus ojos
The milk of sorrow
Un prophète
A fita branca


Melhor direção de arte
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O mundo Imaginário do Dr. Parnassus
Nine
Sherlock Holmes
The Young Victoria


Melhor cinematografia (ou fotografia)
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Harry Potter e o Enigma do Príncipe
Guerra ao Terror
Bastardos Inglórios

A Fita Branca

Melhor figurino
Bright Star
Coco Antes de Chanel
O Mundo Imaginário do Dr. Parnassus
Nine
The Young Victoria


Melhor edição
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Distrito 9
Guerra ao Terror
Bastardos Inglórios
Preciosa


Melhor maquiagem
Il Divo
Star Trek
The Young Victoria


Melhor trilha sonora
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O Fantástico Sr. Raposo
Guerra ao Terror
Sherlock Holmes

Up – Altas Aventuras

Melhor canção
Almost there (A Princesa e o Sapo)
Down in New Orleans (A Princesa e o Sapo)
Loin de Paname (Paris 36)
Take it All (Nine)
The Weary Kind (Crazy Heart)

Melhor roteiro original
Guerra ao Terror
Bastardos Inglórios
The Messenger
Um Homem Sério
Up – Altas Aventuras


Melhor roteiro adaptado
Distrito 9
Educação
In the Loop
Preciosa
Amor Sem Escalas


Melhores efeitos visuais
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Distrito 9
(foto)
Star Trek

Melhor som
Avatar
Guerra ao Terror
Bastardos Inglórios
Star Trek
Transformers: A Vingança dos Derrotados


Melhor edição de som
Avatar
Guerra ao Terror
Bastardos Inglórios
Star Trek
Up – Altas Aventuras


Melhor documentário
Burma VJ
The Cove
Food Inc.
The Most Dangerous Man in America: Daniel Ellsberg and the Pentagon Papers
Which Way Home


Melhor documentário em curta-metragem
China’s Unnatural Disaster: The Tears of Sichuan Province
The Last Campaign of Governor Booth Gardner
The Last Truck: Closing of a GM Plant
Music by Prudence
Rabbit à la Berlin


Melhor curta-metragem
The Door
Instead of Abracadabra
Kavi
Miracle Fish
The New Tenants


Melhor curta-metragem de animação
French Roast
Granny O’Grimm’s Sleeping Beauty
The Lady and Reaper
Logorama
A Matter of Loaf and Death

segunda-feira, fevereiro 15, 2010

20 mil X 'thank you'!!

Não me lembro quando eu coloquei no blog o contador de visitantes atual, mas creio que fazem mais ou menos 2 anos. Nestes últimos dias ele passou da casa dos 2o mil. Só tenho agradecer a todos que enobrecem estev espaço com sua visita. Tenho me esforçado muito para escrever coisas úteis, independente do tema. Espero estar conseguindo.

Pobre é foda. Estou em lugar que se chama Mocha Café, próximo a estação da Leicester Square, em Londres. Aqui você pode usar a internet wi-fi de graça (fica a dica). Já estou aqui há várias horas, pois preciso fazer várias buscas pela internet. Minha estadia em um hotel baratinho na zona oeste terminou e hoje fui para um albergue. Espero que seja apenas por esta noite.

Só escrevo agora sobre a minha vinda a Londres porque, até o momento, não havia motivação. É claro que também não tive tempo, porque onde estava não havia internet. Porém, como a minha amiga Erika Lettry, que postou a algumas horas sobre isto, meu humor não estava muito bom desde o momento que saí do Brasil.

Enfim, acho que é uma longa história e não quero entrar muito na minha parte espiritual. Mesmo porque hoje me animei um pouco. Apesar de ficar sem meu quartinho de hotel (o diminutivo não é para parecer mais bonitinho não, rs!), comecei a visitar alguns quartos para mim alugar. Fui em um em Leyton, leste de Londres, e conheci um pouco mais da cidade.

O dono da casa é um inglês e me pareceu muito gente fina. No fim ainda me deu uma carona até a estação. Pela primeira vez eu andei num destes carros ingleses, que tem a direção contrária. Conversei bastante e vi que meu inglês tem evoluído desde que cheguei por aqui. Veremos daqui há alguns meses.

terça-feira, fevereiro 09, 2010

Qual a sua fobia?

Estava sem assuntos para atualizar meu blog, quando dou de cara com este texto. É engraçado notar que todo mundo tem medo de alguma coisa. Quem não tem (ou acha que não) é só procurar um pouquinho que deve encontrar alguma fobia. Quando os sintomas são intensos, é claro, é necessário uma ida ao psiquiatra mais próximo. Mas se não passa de um medo bobo, é interessante pensar no assunto.

O interessante mesmo, porém, é notar a lista abaixo. Tem fobia para tudo. Até para quem tem medo de sexta-feira, 13 ou de amor. Por outro lado, algumas são bem comuns, como medo de altura (acrofobia), de ficar solteiro(a) (anuptafobia), de voar (aviofobia), de palhaços (coulrofobia), de casamentos (courofobia), do escuro (nictofobia), dentre outras.

E aí, qual a sua fobia?

Fobias

1. Ablutofobia: Medo irracional de lavar roupa ou tomar banho

2. Acrofobia: Medo irracional de altura

3. Agorafobia: Medo de se achar sozinho em espaços abertos, de multidões, de atravessar locais públicos ou de sair de um lugar seguro

4. Ailurofobia (Elurofobia): Medo de gatos

5. Alectorofobia: Medo de frangos

6. Antropofobia: Medo de pessoas

7. Anuptafobia: Medo de ficar solteiro

8. Aracnofobia: Medo de aranhas

9. Atiquifobia: Medo do fracasso

10. Autofobia: Medo de si mesmo ou de ficar sozinho

11. Aviofobia: Medo de voar

12. Caliginefobia: Medo de mulheres bonitas

13. Coulrofobia: Medo de palhaços

14. Cinofobia: Medo de cachorros

15. Gamofobia: Medo do casamento

16. Ictiofobia: Medo irracional de peixes

17. Herpetofobia: Medo de répteis e anfíbios

18. Melanofobia: Medo da cor preta

19. Misofobia: Medo de germes ou sujeira

20. Nictofobia: Medo do escuro ou da noite

21. Ofidiofobia: Medo de cobras

22. Ornitofobia: Medo de pássaros

23. Fasmofobia/Espectrofobia: Medo de fantasmas, monstros e demônios

24. Filofobia: Medo do amor

25. Fotofobia: Medo da luz

26. Parakavedekatriafobia: Medo da sexta-feira 13

27. Pupafobia: Medo descontrolado de marionetes e outros bonecos desengoçados

28. Pirofobia: Medo de fogo

29. Pluviofobia: Medo da chuva

30. Tanatofobia ou Tantofobia: Medo da morte ou de morrer
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