Toda vez que um torcedor assiste a um jogo de seu time, espera ver o que foi hoje Goiás 5 X 3 Fluminense. Digno de estar no ranking de partidas históricas. Pela necessidade, pelo que jogou e pela vontade de todos os jogadores.
Uma partida que surpreende. Não pensei que este grupo tivesse condição de jogar o que jogou. Lembrou os velhos tempos do Goiás – de Cuca, Nelsinho Batista, Celso Roth e Geninho.
A torcida se manteve o tempo todo ao lado do time, mesmo quando estava atrás no marcador. Mas depois do quarto gol, acabou-se a timidez tão criticada aos esmeraldinos (leia-se ‘a nós esmeraldinos’). Festa que eu nunca vi no Serra Dourada.
É por isto tudo que este time não pode cair, apesar das ‘lambanças’ de sua diretoria. Não pode ficar fora da elite por incompetência de meia dúzia de pessoas. Que caiam os cartolas. O clube fica!
sábado, outubro 20, 2007
segunda-feira, outubro 15, 2007
A arbitragem e o destino do Goiás
A derrota do Goiás por 2 a 1 para o Grêmio, sábado, no estádio Olímpico, em Porto Alegre, determinou a sentença esmeraldina – ou ganha os jogos em casa, ou será rebaixado.
Os próximos compromissos no Serra Dourada são Fluminense, sábado, 20, às 18:10, e Vasco, sábado, 3. Empates não servem, serão péssimos resultados.
Se o Goiás vencer os quatro jogos que tem em casa, escapará da degola (ainda pega o Corinthians e o Internacional). Mas a tarefa está longe de ser fácil. Além do time ser limitado, o fator arbitragem já começou a pesar, o que é normal em toda reta final de campeonato.
Não que tenha algum esquema conspiratório para salvar time A ou B. É que em final de campeonato o árbitro já entra em campo pressionado.
Hoje, Goiás e Corinthians estão empatados em pontos, dividindo a ‘primeira’ posição dos condenados. Vamos pensar em hipóteses. Se o Corinthians for rebaixado por um erro de arbitragem será um escândalo nacional. O ‘coitado’ do árbitro será suspenso e por meses o assunto na mídia esportiva só será este.
Agora se o Goiás vier a cair para a segunda divisão por causa de uma infelicidade do apito, pouco se comentará. É capaz do árbitro voltar a atuar já na outra semana. Por isto, até mesmo para se preservarem, na dúvida a decisão será pró-time grande.
Neste ponto o Atlético-MG, por exemplo, tem vantagem sobre o Goiás. Leão, o técnico do Galo, é rei de criar fatos e reclamar da arbitragem. E o pior, a mídia dá espaço para ele. Eis a resposta a aquele pênalti para lá de duvidoso na partida de sábado, 13, contra o América-RN, quando o time mineiro venceu por 1 a 0.
Em Porto Alegre, o Goiás foi prejudicado duas vezes pela má atuação de Wagner Tardelli (FIFA/SC) – não expulsou o atacante Tuta que, aos 6 minutos do primeiro tempo fez falta violenta no zagueiro Leonardo, além de ter validado o segundo gol tricolor, marcado pelo próprio Tuta depois de atropelar o goleiro Harlei na pequena área. A mídia nacional não esteve nem aí. E nem estará se o Goiás for rebaixado.
Por isto o time terá que jogar o que sabe e o que não sabe se quiser salvar o clube do cruel destino que lhe apresenta. Atuará contra adversários e contra o apito. Terá que sair com os três pontos de cada batalha.
Vale lembrar que, mesmo com todos os erros de arbitragem que já houve e que ainda estiverem por vir, a culpa de um hipotético rebaixamento do Goiás não será da arbitragem, e sim de quem viu aflorar a decadência no Verde e não fez nada: a diretória, principalmente o seu presidente Pedro Goulart.
--
Por hora, me desculpem pelo atraso da atualização e, excepcionalmente esta semana, não haverá as rapidinhas. Abraço a todos!!
Os próximos compromissos no Serra Dourada são Fluminense, sábado, 20, às 18:10, e Vasco, sábado, 3. Empates não servem, serão péssimos resultados.
Se o Goiás vencer os quatro jogos que tem em casa, escapará da degola (ainda pega o Corinthians e o Internacional). Mas a tarefa está longe de ser fácil. Além do time ser limitado, o fator arbitragem já começou a pesar, o que é normal em toda reta final de campeonato.
Não que tenha algum esquema conspiratório para salvar time A ou B. É que em final de campeonato o árbitro já entra em campo pressionado.
Hoje, Goiás e Corinthians estão empatados em pontos, dividindo a ‘primeira’ posição dos condenados. Vamos pensar em hipóteses. Se o Corinthians for rebaixado por um erro de arbitragem será um escândalo nacional. O ‘coitado’ do árbitro será suspenso e por meses o assunto na mídia esportiva só será este.
Agora se o Goiás vier a cair para a segunda divisão por causa de uma infelicidade do apito, pouco se comentará. É capaz do árbitro voltar a atuar já na outra semana. Por isto, até mesmo para se preservarem, na dúvida a decisão será pró-time grande.
Neste ponto o Atlético-MG, por exemplo, tem vantagem sobre o Goiás. Leão, o técnico do Galo, é rei de criar fatos e reclamar da arbitragem. E o pior, a mídia dá espaço para ele. Eis a resposta a aquele pênalti para lá de duvidoso na partida de sábado, 13, contra o América-RN, quando o time mineiro venceu por 1 a 0.
Em Porto Alegre, o Goiás foi prejudicado duas vezes pela má atuação de Wagner Tardelli (FIFA/SC) – não expulsou o atacante Tuta que, aos 6 minutos do primeiro tempo fez falta violenta no zagueiro Leonardo, além de ter validado o segundo gol tricolor, marcado pelo próprio Tuta depois de atropelar o goleiro Harlei na pequena área. A mídia nacional não esteve nem aí. E nem estará se o Goiás for rebaixado.
Por isto o time terá que jogar o que sabe e o que não sabe se quiser salvar o clube do cruel destino que lhe apresenta. Atuará contra adversários e contra o apito. Terá que sair com os três pontos de cada batalha.
Vale lembrar que, mesmo com todos os erros de arbitragem que já houve e que ainda estiverem por vir, a culpa de um hipotético rebaixamento do Goiás não será da arbitragem, e sim de quem viu aflorar a decadência no Verde e não fez nada: a diretória, principalmente o seu presidente Pedro Goulart.
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Por hora, me desculpem pelo atraso da atualização e, excepcionalmente esta semana, não haverá as rapidinhas. Abraço a todos!!
segunda-feira, outubro 08, 2007
Justiça a passos de tartaruga

Bom de Bico
Diante de todo o imbróglio, o senador Marconi Perillo agiu e segurou a bancada de vereadores tucanos da capital no PSDB. Tudo sobre na edição desta semana da Tribuna do Planalto.
Mais Circo
Para os ‘Teóricos das Conspirações’, que vêem falcatruas em tudo no futebol brasileiro, uma para realmente desconfiar – o Bahia venceu o Fast-AM por 1 a 0, aos 49 minutos do segundo tempo.
Gol Salvador?
Vale lembrar que o time baiano precisava vencer de qualquer placar e torcer para que o Rio Branco-AC não triunfasse em cima do ABC-RN. Durante a partida em Salvador, o árbitro expulsou dois jogadores do Fast e deu seis minutos de acréscimos no final.
Mala Preta
A diretoria do tricolor baiano estava desesperada. Tanto que havia oferecido R$ 200 mil para o ABC-RN não perder o seu jogo. Dias antes, também fez uma proposta para o próprio Fast-AM vencer o seu jogo contra o Rio Branco.
Sintomas
Quem oferece dinheiro para ganhar, também pode oferecer para perder. Lembrando que até o poderoso Fluminense já se envolveu com atos estranhos na mesma Série C. Em 1999, precisava vencer o Serra-ES, e o fez com um gol curioso, no último minuto.
Experiência.....
.....que faltou para o inglês Lewis Hamilton, da McLaren. Com os pneus quase sem borracha, Hamilton entrou rápido demais no boxe, não conseguiu fazer a curva e foi morrer numa pequena caixa de brita.
Melhor para os brasileiros.....
Que vão poder acompanhar a corrida derradeira no autódromo de Interlagos, no próximo dia 21. O inglês tem 4 pontos a frente do espanhol Fernando Alonso e sete sobre o finlandês Kimi Raikkonen.
.....Ricos
O único setor que ainda não está esgotado vale R$ 1.545,00, apenas para o domingo.
Goiás em alta
Como noticiou o nobre jornalista Eduardo Horácio em seu blog, o TNS Sports, instituto de pesquisa inglês, em parceria com a revista Placar, diagnosticou que o time verde e branco possui a maior torcida na capital, com 23,7% de adeptos.
Os outros
Em segundo vem o São Paulo (17,1%), seguido de Palmeiras (10,5%), Corinthians (7,9%), Vila Nova (6,6%) e Flamengo (5,8%).
Serpes
A pesquisa é semelhante a uma outra, feita pelo instituto Serpes em janeiro deste ano, que aponta o Goiás em primeiro (46,10%), seguido de Vila Nova (14,90%), Atlético (2,10%) e Goiânia (0,80%). Nesta foi aceito apenas times goianos.
Foto: O ministro Marco Aurélio Mello e a presidente do STF, Ellen Gracie - lentidão a serviço do povo (Fonte: Agência Brasil - Radiobras)
segunda-feira, outubro 01, 2007
Setembro sem nada

Duplo Sorriso
Um apostador de Sorriso-MT, acertou sozinho as seis dezenas da Mega Sena e faturou o premio de R$ 1,5 milhão. Trocadilho interessante.
Quase lá
Quem também não esconde o sorriso de orelha a orelha são os torcedores do São Paulo e o piloto da McLaren, Lewis Hamilton.
Despontou(aram)
Tanto o tricolor paulista quanto o piloto britânico abriram 12 pontos de seus rivais e estão perto dos títulos que disputam
Bendita chuva!
Aliás, o GP do Japão de Fórmula Um foi um dos mais emocionantes dos últimos anos. A responsável por duas horas inesquecíveis de prova foi a chuva.
Que venha mais
Reflexão: o que é preciso para que haja um ano todo de provas tão emocionantes como esta? Já que a FIA não consegue achar a receita, vamos torcer para São Pedro.
Bicampeão
Caso o São Paulo seja mesmo o campeão, todo o país vai consagrá-lo como pentacampeão brasileiro. O chato titular deste blog considera apenas títulos em seqüência, e prepara a faixa de bicampeão.
É o quinto!
Será o quinto clube a ser bicampeão brasileiro – ou campeão duas vezes seguido, como preferir. Internacional (75-76), Flamengo (82-83), Corinthians (98-99), além do Palmeiras, que foi duas vezes (72-73; 93-94), também têm a honra.
Eu, hein!
Já que estamos falando em chatice, foi impressão deste que escreve ou o programa ‘Fantástico’ da rede Globo tratou o Goiás como um time de outro país.
Morreu quem?
Na reportagem do jogo contra o Botafogo – vitória verde por três a zero no Maracanã -, o Tadeu Schmidt só faltou chorar. Com direito a música fúnebre e tudo.
Parabéns.....
.....a Marta e companhia Ltda., que apesar de não terem trazido o caneco fizeram bonito e foram vice-campeãs mundiais de futebol feminino. Tomara que a CBF ajude mais o tão sofrido gênero pobre do futebol brasileiro.
Foto: A calmaria do Lago Titicaca (Fonte: Arquivo Pessoal)
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