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terça-feira, maio 17, 2011

Goiás é o 23o da América do Sul

O Goiás Esporte Clube ocupa posição de destaque no novo ranking da Confederação Sulamericana de Futebol (Conmebol). O clube goiano ocupa o 23o lugar na lista que foi divulgada hoje (terça, 17), à frente de vários clubes tradicionais do futebol brasileiro, como Flamengo (28), Botafogo (38), Corinthians (41), Atlético Mineiro (45) e Vasco (71).

O clube goiano também está na frente de times importantes de outros países da América do Sul, como Peñarol (URU), River Plate (ARG), San Lorenzo (ARG) e Emelec (EQU).

Com o seu novo ranking, a Conmebol passa contar apenas os cinco últimos anos. O objetivo é elencar os  melhores clubes de um passado recente, ao invés da fórmula antiga, que considerava os resultados desde 1960.

Seguem os primeiros 26 colocados do ranking:

sexta-feira, maio 21, 2010

Cartilha do Pobre em Londres

Ela voltou!! E agora, em versão londrina.

A Cartilha do Pobre foi uma produção minha há cinco anos e publicada no antigo blog da minha amiga Erika Lettry. Acho que ela, a cartilha, acabou sendo apagada, porque ela, a minha amiga, mudou de endereço e não há mais arquivos lá onde outrora ela 'papagaiava' (www.aspapagaias.blogspot.com).

Passando por tanta situação de pobre aqui na capital inglesa, não podia deixar de criar uma nova cartilha. É interessante notar que Londres guarda características próprias para os pobres. E nó, pobres, aguentamos a rotina e as limitações que a renda nos impõe, rsrs. Resumi em 16 tópicos o que é ser pobre em Londres. Lá vai.

Ser pobre em Londres é:

- Em primeiro lugar, dividir casa com mais dez pessoas para pagar menos aluguel;
- Não conseguir acessar internet porque todos estão puxando filmes e músicas ao mesmo tempo;
- Morar na Zona 3, mas comprar o passe da Zona 2 (mais barato), descer do metrô antes e completar a viagem de ônibus (que não tem diferenciação de zonas);
- Encher o metrô de malas quando vai viajar, ao invés de chamar um taxi;
- Pegar o trem pinga-pinga para o aeroporto, economizando assim quase metade do preço dos trens expressos;
- Viajar de férias em companhias low-costs e ainda pegar o buzão para o aeroporto de madrugada, quando a passagem é mais barata;
- Comer sempre no trabalho, deixando a geladeira vazia e o bolso um pouco mais cheio;
- Viajar quase duas horas de ônibus para comer naquele restaurante chinês do tipo: coma o quanto quiser por apenas 5,49 libras;
- No supermercado, sair correndo para ver o que está no 'reduced' (promoção devido o vencimento próximo da data de validade);
- Ir ao parque no final de semana, já que é de graça;
- Não sair de casa no final de semana se você não tiver um Travelcard no Oyster (passe do transporte público). Neste caso, só sair do seu bairro para trabalhar;
- Curtir o som dos músicos de metrô, mas não dar nem mesmo um penny (um centavo) para o coitado, já que vai lhe fazer falta;
- Ficar vendo de cima das pontes os turistas fazendo passeios de barco pelo Tâmisa, ou se aventurando na London Eye (roda gigante);
- Ir para a Oxford Street, passear em várias lojas, passar vontade e não comprar nada;
- Ficar feliz ao comprar um montão de roupas baratas na Primark;
- Ir embora da cidade e descobrir que não fez nada (não viu uma peça, não foi no cinema, não assistiu a um jogo de futebol sequer, não comprou nada legal e não viajou pela Grã-Bretanha), já que usou todo o dinheiro que tinha para pagar o aluguel;

Quem tiver sugestões, manda aí. Vamos incrementá-lo.

quarta-feira, dezembro 30, 2009

Top 10 Cidades Européias - Parte 2

Aí está a segunda parte:

05 – Paris, França

Paris dispensa apresentações. Tem um charme único. Aliás, a França o tem e Paris é apenas a sua maior representação. É tudo muito grandioso. Desde a Torre Eiffel, com os seus 324 metros de altura, passando pelo Museu do Louvre, com 35 mil objetos históricos, e terminando em Versalhes e o seu Palácio de pacos 11 hectares. E Paris é muito mais do que estes três marcos. Tanta coisa que uma semana é pouco para estar na capital francesa. Talvez um mês, mas o melhor seria morar lá por um ano ao menos.

04 – Roma, Itália

Roma é Roma. Difícil explicar esta frase, só estudando a história e percorrendo as suas ruas. Uma cidade que começou cidade, se transformou no maior império da história, foi abandonada, queimada diversas vezes, virou propriedade do Papa, voltou a ser peça importante de um outro império e hoje é capital de um dos mais belos países do mundo. Precisa dizer mais? Andar por Roma é ter aula a céu aberto. É se surpreender a cada esquina e a cada monumento.

03 – Barcelona, Espanha

Toda vez que penso em Barcelona, lembro-me de chegar às 3 horas da manhã, pegar o metrô e ver um grupo de pessoas voltando de alguma balada, dançando e cantando no meio do vagão. A capital da Catalunha é jovem, bonita e cheia de surpresas. Tem atrativos que vão das praias às montanhas. Aliás, uma visita matutina ao fabuloso Park Güell mostra muito bem o que é estar em Barcelona. Criativa e singular, e sem aquele caos de cidade grande, apesar de contar com mais de 1,5 milhões de pessoas.

02 – Mônaco, Mônaco

Estar em Mônaco é estar em um mundo à parte. Imagine uma cidade-país entre a praia e a montanha, cheio de lugares maravilhosos, onde só existam milionários e turistas com muita grana. E tudo isto aberto a nós, pobre mortais, que podemos até mesmo alugar um carro e dar uma volta pelo circuito de Mônaco da Formula 1, já que a corrida se passa nas ruas da cidade. Da praia da para ver todo o principado, com uma orla que dispensa comentários. Só não é melhor porque não traduz a realidade do mundo, infelizmente.

01 – Veneza (Venezia), Itália

Tem quem adora e quem deteste. Como eu estou no primeiro time, um dia ainda quero entender as críticas que ouço de uma cidade que é única no mundo, em todos os sentidos. Onde ruas são canais, e calçadas são pequenas passarelas que dão acesso a um verdadeiro labirinto de becos onde não se perder é impossível. E se perder é o melhor do passeio, já que há tanto o que ser encontrado. Quem nunca foi não tente imaginar como é. Com certeza fará uma idéia errada, já que não se parece com nenhum outro lugar. Belíssima. Grandiosa. Obrigatória. Única.

segunda-feira, dezembro 28, 2009

Top 10 Cidades Européias - Parte 1

Em vários posts anteriores fiz promessas de rankings que nunca foram concretizados. Agora, no apagar das luzes de 2009, até como uma forma de retrospectiva dos lugares que estive, apresento a relação das dez melhores cidades que conheci este ano.


Critérios? Nenhum especificamente, fica por conta do que vi, apreciei e senti. Subjetivo, é claro, mas qual ranking não é?


10 – Assisi (Assis), Itália


Esta cidadezinha me surpreendeu bastante. Resolvi visitá-la por dois motivos: o primeiro por ser a terra natal de São Francisco de Assis, e o segundo por estar tão perto de Perugia (apenas 20 minutos de trem), local onde morei por um

mês. Lá descobri que também é terra de Santa Clara. Caminhar por suas ladeiras é relaxante. Uma verdadeira cidade medieval que ainda hoje guarda fortes traços daquele tempo. Antes de ir embora assisti uma missa no santuário de São Francisco, em uma câmara subterrânea, onde ficam os seus restos mortais.


09 – Lucca, Itália


Capital da província homônima, Lucca guarda dentro de suas muralhas as surpresas de uma cidade que foi colônia romana a partir de 180 a.C. As mais variadas lojas de marcas famosas parecem querer contrariar a arquitetura antiga que insiste em nos transportar para os seus primórdios. Andar pelas ruas sem rumo foi um dos passeios mais agradáveis que fiz na Europa. Melhor ainda, sentar na sarjeta, tomar uma cerveja e ficar apreciando as suas igrejas e torres depois de um dia de caminhada. Indescritível.


08 – Milão (Milano), Itália


Dizem que Milão não passa de um local cheio de gente engravatada, apressada, com muito pouco do que se ver. Nada disso. Um passeio pelas ruas, uma visita a um de seus parques, uma passada por antigos monumentos que cruzam as principais avenidas, vão te surpreender. Sem falar no fabuloso Duomo, de arquitetura gótica, e na galeria Vittorio Emanuele, ao lado. Milão não é, claro, uma cidade cheia de marcos históricos, como Roma, mas o contraste do moderno com o antigo faz desta cidade ponto obrigatório.


07 – Florença (Firenze), Itália


Não preciso dizer o porquê Florença é fantástica. Berço do Renascimento, a cidade respira arte e cultura. Foi sobre as suas ruas que vários artistas, arquitetos e pensadores concretizaram as suas obras que influenciaram tanto a história do mundo ocidental. O seu maior expoente, sem dúvida, é Leonardo da Vinci, que além de artista e pintor era também cientista e inventor. Parada obrigatória na Galleria degli Uffizi, um dos museus mais importantes do mundo, onde há destaque para as obras de Sandro Botticelli.


06 – Londres, Inglaterra


Londres se traduz na diversidade cultural. É só pegar o metrô e contar o número de línguas diferentes que você vai ouvir. Resultado de anos em que foi ‘capital do mundo’, cidade mais importante do poderoso Império Inglês. Hoje as oportunidades de emprego e de instrução atraem milhares de pessoas todo o ano. Isto sem falar nos turistas que abarrotam a cidade para conferir, além da cultura, a sua arquitetura única e as várias peculiaridades (como os carros com direção na direita, ou os ônibus de dois andares).


No próximo post, as cinco primeiras. Confiram!!

terça-feira, abril 28, 2009

As 7 Maravilhas do Mundo

Todo ranking é feito por meio de critérios. Cada critério é priorizado pela pessoa que o escolhe. Resultado? Os rankings são totalmente subjetivos, e expressa a opinião de quem o fez.

As vezes você lê um ranking de qualquer coisa e fica pensando da onde aquela pessoa tirou imaginação para escrever tanta besteira. Outras vezes, ao contrário, você se identifica.

Foi o meu caso com a eleição das sete maravilhas do mundo moderno, realizada pela The New7Wonders Foundation e divulgada no dia 07 de julho de 2007 (07/07/07). Acho que se me desse esta tarefa, de escolher as novas maravilhas mundiais, não teria feito melhor.

É claro que a Espanha chiou pelo fato de ter uma população bem menor do que a China ou o Brasil, e que por isto levou desvantagem, e blá blá blá, mas o fato é que eu aprovei o ranking de início ao fim. Vale lembrar que a eleição foi quase toda feita por meio de votação dos internautas, no site da fundação.

Enfim, por que estou escrevendo isto tudo? Porque acredito que é um privilégio para alguém visitar cada uma destas sete verdadeiras maravilhas. Graças a DEUS, já tive o privilégio de testemunhar duas delas, e espero visitar as outras no futuro. Vamos relembrar quais são estes fantásticos lugares:


A Grande Muralha (China)





Petra (Jordânia)





Chichén Itza (México)





Cristo Redentor (Brasil)





Coliseu (Itália)





Machu Picchu (Peru)





Taj Mahal (Índia)





Nos próximos anos espero escrever sobre elas, a medida que for conhecendo-as pessoalmente. O meu objetivo é passar um pouco da emoção de visitar estas obras-primas. Lembrando que eu espero visitar outros lugares no intervalo das maravilhas, e também escreverei sobre estes, mas quero criar um espaço especial para as sete aí de cima.

E quem quiser participar da eleição de "As 7 Maravilhas Naturais do Mundo" é só entrar no site da fundação. Assim como foi na votação anterior, este escriba também está participando do novo ranking.

domingo, fevereiro 01, 2009

UFG é a 1.293 do mundo

Procurando um ranking mundial de universidades na internet, achei um dado interessante. Segundo o site Webometrics, a Universidade Federal de Goiás, instituição que assina o diploma deste que vos fala, é a número 1.293 de todo o mundo.

O ranking, contudo, não avalia a qualidade de ensino, e nem mesmo a competência dos professores. É um estudo feito por uma instituição espanhola que procurou listar as universidades de maior visualização na internet.

Quatro critérios foram usados para a construção do ranking: o tamanho do site, o número de arquivos científicos disponíveis, a visibilidade de links do site da universidade pela internet e a prioridade nos sites de buscas (como Yahoo! e Google).

No topo do ranking de 4 mil instituições de ensino superior, está o MIT (Massachusetts Institute of Technology), cuja a sede fica na California, Estados Unidos. A segunda é a também estadunidense Standford University.

A lista prossegue até a posição 23, apenas com universidades dos Estados Unidos. A primeira fora do país é a University of Toronto (Canadá), número 24. A instituição mais bem colocada fora da América do Norte é University of Cambridge (Inglaterra), que ocupa a posição 28.

Entre as universidades da América Latina, a primeira é a Universidad Nacional Autónoma de México (44). Após mais 43 instituições aparece a brasileira mais bem colocada, a Universidade de São Paulo (87).

Dentre as brasileiras, a lista ainda aponta a Universidade Estadual de Campinas (159), a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (285), Universidade Federal do Rio de Janeiro (299) e a Universidade Federal de Santa Catarina (304), entre as mais visíveis.

Em uma outra lista, que considera o tamanho da instituição, número de professores renomados, estrutura e etc..., organizado por pesquisadores do Institute of Higher Education of Shangai, a liderança é da Haverd University (EUA), seguida pelas Standford University (EUA) e a University of California (EUA).

A melhor não-estadunidense é a University of Cambridge (ING), quarta colodada. A USP é mais bem ranquiada brasileira, na posição 102, empatada com mais 48 instituições. A UFG não aparece nesta lista, que avalia apenas 500 univesidades.

Foto: Arquivo pessoal
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