quinta-feira, agosto 18, 2005

sábado, agosto 13, 2005

Aniversários e Despedidas

Olá Pessoas,

As coisas não são estranhas. Um dia penso muito para escrever algo, e no outro dia já tenho vários assuntos. Então vou fazer a loucura de postar dois dias seguidos. Mesmo que isso não seja recomendável na mercadologia social da comunicação pós-moderna. Ixi, falei igual o Signates agora, ahahahahaha.

Vou emendar o assunto tempo, com o tema aniversário. Todo aniversário tem uma relação muito forte com começo, início da coisa que faz aniversário. E, com isso, tem fortes laços com fim e morte. Todo aniversário é tempo de reflexão, lembranças da época que começou e as angústias de quando vai terminar. Isso se aplica a tudo, vida, namoro, trabalho, escola, viagens, etc.... Então toda vez que a gente faz anos, seja lá sobre o que for, nós pensamos no início e no final. No começo e nas despedidas.

Vou explicar melhor o que quero com isso. É que percebi que esta semana se cruzaram muitas datas e acontecimentos. Há 2 anos, mais ou menos, Eu, o Hebert e o Tiago Bênia entrávamos na Rádio Universitária, no programa Banquete Esportivo. Foi um dia muito interessante, principalmente porque nós ficamos de pé lá, sem saber o que fazer, vendo o pessoal trabalhar e pensando(nossa, devo estar enchendo o saco aqui, ehehehehe). Três semanas depois foi a vez do Renato Scavazzini embarcar no programa.

Hoje, podem comemorar Rodrigo e Erika, ehehehehehehehe, acabei deixando o programa. Exatamente 2 anos depois. O fim?? Depois de algumas experiências nunca mais falo de fim na minha vida. Sempre quero deixar as coisas em aberto. Mesmo porque vou continuar colaborando com o programa. É algo que ocupa, e sempre vai ocupar um espaço muito grande no meu coração. Conheci pessoas maravilhosas, tive experiências pra lá de boas, passei muita raiva, ri demais, me diverti, fiquei emburrado, ou seja, vivi plenamente estes dois anos.

Então quero agradecer muito a cada uma das pessoas que convivi lá: Paulinha Parreira (grande e eterna monitora), Pollyaninha Pádua, Rafinha Tadão, Rafael Xavier e Mary Christimas Furtado (quarteto fantástico, nossos chefes por muito tempo), Sarah Maia e Cristiane Leite (apesar do pouco tempo lá no programa), Lívia Caixeta, Adriano Leite e Daniela Resende (por me ensinarem a ser “chefe”, ehehehehe, desculpe-me alguma coisa), Tiago Bênia e Gabriela Louredo (Sempre dando uma mão para a gente quando precisamos), e, é claro, Hebert Regis e Renato Scavazzini (grandes amigos e co-monitores do programa, acho que fizemos um bom trabalho, né pessoas??).

Espero não ter esquecido de ninguém. Para fechar quero lembrar que dia 22 faz quatro meses de vida do meu blog. Muita coisa legal ocorreu na minha vida durante esse tempo, e o blog foi uma delas. Ah, e parabéns antecipado, ao meu amigo Fellipe Fernandes, que faz aniversário no próximo sábado. Parabéns, véi!!

Abraços a todos e até mais se DEUS quiser,

sexta-feira, agosto 12, 2005

Futuro, o que guardas para mim??

Olá Pessoas,

Narrar ou filosofar?? Eis a minha problemática desta noite. Normalmente eu posto textos que narram partes da minha vida, ou então filosofo sobre algum sentimento que me toca. No momento não tenho grandes sentimentos e nem coisas interessantes para contar. Então acho que me resta a falar do futuro.

Futuro!! Novamente..... Futuro!! Quem não pensa no futuro?? Todos nós pensamos, não há dúvida. Alguns com esperança, outros com medo, ansiedade, motivação, tristeza, felicidade. O grande Stephen Hawking trata o tempo como uma coisa relativa, ou seja, que varia de pessoa para pessoa. O tempo não é universal. O tempo passa de uma forma para mim, e de outra forma para as outras pessoas do mundo.

Apesar disso ser uma premissa para uma possível viagem no tempo, esta possibilidade ainda não existe, e dificilmente existirá da forma que vimos, por exemplo, em De Volta para o Futuro, onde uma pessoa entra numa máquina e consegue ir e vir tranqüilamente, sem nenhuma limitação. O tempo é uma coisa que nos dá uma angústia muito grande. Mas é normal. Temos que saber sobreviver com isso.

Fico pensando na época em que esse filme foi produzido, 1985. Muita coisa mudou de lá para cá. Já se passaram 20 anos. Convido a todos a relembrarem o futuro, ano de 2015, imaginado pelo autor do filme. Antigamente eu até tinha curiosidade para saber se em 2015 as coisas seriam daquela maneira. Hoje, é claro, sei que não será. Deve ser um pouco mais desenvolvido que hoje, mas não teremos carros voadores e fornos de hidratação, com certeza.

Neste contexto, penso na minha vida. O que será de mim o ano que vem?? O que será de mim daqui há alguns anos?? Será que vou conseguir realizar meus sonhos?? Será que vou aproveitar a minha vida e não me arrepender quando estiver velho?? Será que..... Enfim!! Acho que são perguntas normais de todo estudante em fase de formatura.

Mas no meio de toda angústia, não posso esconder um pontinho de animação que me contagia. Tudo isso porque finalmente vou poder correr atrás de alguns sonhos. Vou mudar de vida, ter uma profissão que gosto muito, e, enfim, poder visualizar melhor algum curso no exterior, que sempre foi uma obsessão minha.

Enquanto isso, espero planejar a minha vida no estilo: “É melhor arrepender-se das coisas que fez, do que das que não fez”. Sempre adorei essa frase, mas nunca tive coragem de seguí-la totalmente. Mas agora, creio estar ganhando forças para tocar minha vida da maneira que sempre quis.

Abraços a todos, e fiquem com DEUS!!

segunda-feira, agosto 08, 2005

O III Go Music

Olá Pessoas,

Não acredito que estou sozinho em casa, depois de ver tanta gente hoje. Primeira semana de aulas e acabou sendo uma semana de festas. E depois deste Go Music vou ter que segurar a grana, pois minha conta ta quase no zero. Mas valeu a pena. Foram só dois dias(é a crise foi braba esse ano), mas foram dois dias muito bons.

Na quinta-feira fomos na abertura do festival. Como tinha Ira! acabei indo também. Fomos Eu, Hebert, Ana, Renato, Maria, Rogério(irmão do scacha) e o Fagner. Mas lá no meio do povo achamos muitas outras pessoas, como a Did e o Rainner, o Aristides com a Lud, e o Bênia com a Gabi. A primeira banda foi Paralamas do Sucesso. Nunca gostei muito de Paralamas, e ainda mais depois daquele conjunto de coisas fatídicas que ocorreram no último dia do FICA, gosto menos ainda. O show foi normal, daquele jeito mesmo.

Depois veio Cake, uma banda famosa lá dos EUA. Mas eles nem tocaram muito, e não empolgou o povo. Primeiramente a organização conseguiu queimar o teclado deles. Com isso, o conjunto já entrou meio que com raiva. Começaram a tocar as músicas e 95% do público não conhecia nada. Somando a tentativa frustrada do locutor de tentar conversar com o povo em inglês, o show acabou sendo um fracasso. Coitado do Fagner que é muito fã dos caras. Mas eu achei legal o som deles.

Nando Reis veio para a gente fazer muita piada. Eu, o Hebert e o Fagner. Primeiramente o cara é um baita compositor, mas não leva muito jeito para cantor. Além disso ele era super empolgado. Começava tocar as músicas e as esticava até quase o dobro de sua real duração. Isso tudo repetindo o refrão uma centena de vezes. Mas, damos um desconto pelas letras que o cara faz.

Quando eram umas 04:30 da madruga veio o Ira! A maioria do público já tinha ido embora, afinal era dia de semana. Mas essa foi a melhor parte. Assistimos o show do lado do palco. Muito legal. Principalmente porque foi pra lá de animado. Até “Bebendo Vinho” eles tocaram. O show terminou perto das 06:00. Cheguei em casa era quase umas 07:00. Tomei café, peguei o busão e fui lá no centro, no Vice-Consulado Italiano, dar prosseguimento na minha dupla cidadania. Descobri que faltam poucos documentos para mim completar a lista. Voltei de busão novamente, banho e cama. Eram 10:00 horas quando isso ocorreu.

Domingo(agora a pouco), fomos novamente no Go Music, mas desta vez no dia de Axé. Eu nem ia, né, mas daí acabei influenciado pelo pessoal. E também por um dinheiro não esperado que apareceu no meu caminho, possibilitando a minha ida. Não sou apreciador da música baiana, tenho que confessar(que me perdoe o meu amigo Baiano), então fui mais como curioso de ver como que era e tal. Mas tenho que confessar(novamente) que foi uma grata surpresa. Realmente muito legal o clima.

No primeiro show, o da Ivete Sangalo, eu ainda estava meio preso. Mesmo porque meu bolso não estava fechando direito me deixando com um puta medo de perder meus documentos(Anotação mental: Não levar nada no próximo show de Axé). Mas foi muito bom ver a Ivetinha, principalmente as suas famosas cochas. Já no show do Jammil, a pista deu uma pequena esvaziada(quase imperceptível) e então me senti mais a vontade. Coisas que não sairão da minha mente: As muitas e muitas mulheres lindas que estavam no show, e os fandártigos foras que eu vi aqueles caras mais inxeridos levarem, além das confusões. Numa delas eu tive que praticamente tirar um cara de cima da Rafinha e da Pollyana.

Resultado de tudo isso: Uma semana muito divertida e pra lá de experiências novas. Muito bom estar aberto a coisas diferentes.



A linda Ivetinha, musa Hebertiana, ehehehehe!!

abraços a todos e fiquem com DEUS,

terça-feira, agosto 02, 2005

A Volta às Aulas!! Ou será às Férias??

Olá Pessoas,

Eu vou falar aqui sobre um sentimento que eu acho que está sendo comum a todos os alunos do oitavo período do curso de Jornalismo. Sabe quando todo mundo começa as aulas e você parece que ainda está de férias? Ou, pior, você não está de férias, mas é como se estivesse? Pois é, isso é o que eu sinto.

Apesar de saber que o tempo que tenho livre é para mim fazer meu TCC, ainda assim já começo a ficar entediado com todo essa inutilidade. Pelo menos uma coisa me alegra nisso tudo: Mesmo sem a faculdade eu tenho muitas coisas para fazer. E ânimo para fazê-las, o que é o mais importante.

Ontem, quem foi ao Campus esperando uma aula de Técnicas Gráficas perdeu a viagem. Mas também, a gente é calouro demais. Ehehehehehehe. Estamos formando e não perdemos a inocência. Você acha que no primeiro dia de aula da Facomb iria ter algo?? Só a Silvana mesmo, que segue as coisas do jeito correto. Às vezes correto até demais. Mas ainda bem que teve reunião dos Doutores e salvou a minha ida lá na faculdade.

Não sei porque estou motivado a fazer algumas coisas novas nos Doutores. To pensando numas novidades que pode dar certo. Vamos ver. Essa motivação deve ir até eu conseguir um estágio, porque daí com certeza com a falta de tempo acaba com todos os nossos sonhos de fazer as coisas direito. Acho que o que me deu gás foi o programa novo, Mundo Esportivo, que pelo menos me deixa um pouco mais atualizado.

Quinta-Feira, aula do Lisandro. E depois fim da semana. Ehehehehehehe. E assim vai ser o semestre inteiro. Não estou acostumado com isso. Não sei se vou me acostumar. Ou vou adorar, ou vou enlouquecer. Mas esse tempo livre é muito bom, se souber ser aproveitando. Já estou tentando arrumar minha vida para o ano que vem. É aquela história, acabou a faculdade é hora de realizar os nossos sonhos.

Para terminar, um pequeno poema de Mario Quintana:

DA OBSERVAÇÃO

Não te irrites, por mais que te fizerem...

Estuda, a frio, o coração alheio.
Farás, assim, do mal que eles te querem,
Teu mais amável e sutil recreio...

Mario Quintana - Espelho Mágico

Abração a todos, fiquem com DEUS!!

sábado, julho 30, 2005

O Jardim e as Borboletas

Olá Pessoas,

Depois de quase uma semana, volto a escrever neste blog. Hoje descobri que o meu computador funciona com áudio no MSN, usando o microfone. Nossa, empolguei. To aqui conversando com a Ana Carol e escrevendo no meu blog. Num sábado a noite, conversando no MSN?? Acho que to precisando mudar de vida, ehehehehehehe.

Mas aluguei uns filmes aqui e vou assistir. Pelo menos isso, né?? To querendo ver se nesse semestre eu mudo minha vida um pouco. Sei lá, to querendo voltar para a aula de Japonês, entrar na academia e começar logo num estágio. Acho que tô precisando de uma renovada. Este semestre foi muito bom, aprendi muitas coisas, mas acabou não sendo completo. Espero rever algumas coisas.

Uma coisa que preciso rever é quanto aos livros de auto-ajuda. Ou melhor, já revi. Quando tiver dinheiro vou comprar uns três. Me identifico demais quando leio lá na Saraiva(pobre, fazer o q??). Acho que só vai me fazer bem. Pelo menos os que ajudam a superar a minha timidez, ahahahaha.

Vou escrever pouco hoje. E para terminar, quero comentar um pequeno poema de Mario Quintana, que achei uma vez na net. Acho que é perfeito para este momento.

"Com o tempo, você vai percebendo que para ser feliz com uma outra pessoa, você precisa, em primeiro lugar, não precisar dela. Percebe também que aquela pessoa que você ama (ou acha que ama) e que não quer nada com você, definitivamente, não é o homem ou a mulher da sua vida.

Você aprende a gostar de você, a cuidar de você e, principalmente, a gostar de quem também gosta de você.

O segredo é não correr atrás das borboletas ... É cuidar do jardim para queelas venham até você.

No final das contas, você vai achar não quem você estava procurando, masquem estava procurandopor você!"


Mario Quintana

É interessante ler as linhas acima. O mais interessante é tentar seguí-las. Muitas vezes a gente cuida do nosso jardim para uma borboleta específica. E acaba enxotando as outras que vem sobrevoá-lo, perseguidas por sua beleza. Mas, às vezes, a nossa borboleta preferida não está nem aí pro nosso jardim, e você não consegue atraí-la.

Daí você fica sem essa, e sem as outras, que vieram até seu jardim e você não deu a mínima bola. Acaba como um lindo jardim solitário. Temos que tomar muito cuidado. Porque quando percebermos isso, normalmente já é tarde demais. E quando nós quisermos procurar a borboleta excluída, ela pode estar embelezando um outro jardim.

Abração a todos!!

segunda-feira, julho 25, 2005

Crise de Idade

Olá pessoas,

Não sei porque mas gosto de escrever aos Domingos. Mesmo porque, depois da Segunda-Feira, o Domingo é o pior dia da semana, na minha opinião. Então é um bom dia para se tentar ficar menos deprimido possível. E escrever me ajuda muito nesta questão. Amanhã(ou hoje, já que passou da meia-noite) é Segunda, minha última Segunda de férias.

Não vou querer avaliar minhas férias antes que acabem. Tem uma semana ainda pela frente. Mesmo curtas, essas férias tiveram alguns aspectos especiais. Mas, da mesma forma que já estamos vendo nossas férias no retrovisor, ao nosso lado uma placa informa que há um novo semestre pela frente. E daí fico imaginando o que ele reserva para mim.

Assisti um filme no cinema hoje: “A Fantástica Fábrica de Chocolates”. Um remake dirigido pelo grande Tim Burton. Muito bom o filme, e notei algumas coisas especiais. Primeiro que nunca tinha fechado uma fileira inteira do cinema. Isso ocorreu porque estávamos Eu, a Erika, Lorena, Rodrigo, e um punhado de primos e irmãos dele, ehehehehe. Foi muito legal ir de “galera” no cinema.

Agora o filme não me causou tanto impacto. Fiquei meio triste com isso. Porque tenho certeza que significaria muito se eu fosse criança ainda. Sempre gostei de coisas mágicas e de lugares especiais quando tinha apenas um algarismo na minha idade. E isso significa que talvez eu esteja crescendo(risos). Mas falando sério, não gostaria de perder totalmente meu lado infantil. Talvez seja inevitável.

Outro filme que assisti hoje é o super-velho “Nunca fui Beijada”. Nunca tinha assistido. Me identifiquei bastante. Acho que todo mundo que é tímido se identifica com esse tipo de filme. Mas me causou uma coisa meio ruim de pensar que o filme é sobre duas pessoas, uma de 25 e outra de 26 anos, inseridos num universo de jovens com 16 ou 17 anos de idade. Fica parecendo que pessoas com mais de 20 já são extremamente velhas.

Ficar velho me deprime. Mas acho que não devo pensar nisso agora. Mesmo porque eu ainda não sou velho. Acho que tenho que visualizar a maneira de viver o presente da melhor forma possível. Então voltando a pensar sobre o próximo semestre, vou tentar agir mais e pensar de menos. Essa foi uma conclusão(das milhares) que tirei neste 1º. Semestre de 2005. Com certeza um período inesquecível na minha vida.

Terra De Gigantes

Engenheiros do Hawaii

Hey mãe!
Eu tenho uma guitarra elétrica
Durante muito tempo isso foi tudo que eu queria ter

Mas, hey mãe!
Alguma coisa ficou pra trás
Antigamente eu sabia exatamente o que fazer

Hey mãe!
Tenho uns amigos tocando comigo
Eles são legais, além do mais, não querem nem saber
Mas agora, lá fora,
Todo mundo é uma ilha
A milhas e milhas e milhas de qualquer lugar

Nessa terra de gigantes
(Eu sei, já ouvimos tudo isso antes)
A juventude é uma banda
Numa propaganda de refrigerantes

Hey mãe!
Já não esquento a cabeça
Durante muito tempo isso foi
Isso era só o que eu podia
Isso era só que o que queria fazer
Mas, hey mãe!
Por mais que a gente obedeça
Há sempre alguma coisa que a gente
não consegue fazer
Por isso, mãe
Só me acorda quando o sol tiver se posto
Eu não quero ver meu rosto
Antes de anoitecer
Pois agora lá fora,
O Brasil todo é uma ilha
A milhas e milhas e milhas...

Nessa terra de gigantes
Que trocam vidas por diamantes
A juventude é uma banda
Numa propaganda de refrigerantes

Nas garras da águia
nas asas da pomba
Em poucas palavras
No silêncio total
No olho do furacão
Na ilha da fantasia
Quanto vale a vida
Nessa terra de gigantes?

Abraços e fiquem com DEUS,

quinta-feira, julho 21, 2005

Frases I

Decidi que vou divulgar umas frases que encontro pela vida. A primeira é sobre a pior ação do mundo: a indeferença.

"Se teus esforços forem vistos com indiferença, não desanime, pois o sol ao nascer dá um espetáculo indescritível, e no entanto todos continuam dormindo. Portanto, sejamos como o sol, que não visa nenhuma recompensa, nenhum elogio, não espera lucros nem fama, simplesmente brilha!" - Autor Desconhecido

segunda-feira, julho 18, 2005

E a semana passada foi assim.....

Olá Pessoas,

O que acontece quando uma pessoa passa o dia inteiro dentro de casa apenas dormindo, vendo TV e mexendo no computador?? Sei lá, mas eu acho que estou pirando, ehehehe. Antes que isso ocorra deixa eu contar um pouco como está sendo minhas férias. Vou falar um pouco sobre a semana passada.

Domingo – 10/07/2005

Acordei na hora do almoço e fui para o Serra fazer Goiás X Santos. Fiz reportagem do Santos e, mais uma vez, o time que fiz reportagem venceu. Mas foi um jogo MUITO bom. Aquele segundo gol do Santos, que o Gaúcho deu uma voadora e, mesmo assim, não conseguiu evitar o gol, foi coisa de cinema. Depois do jogo Scacha, Adriano e Eu fomos no Bar do Tchê tomar uma. E ver o Vasco perder para o Internacional. Tava um frio do outro mundo aquele dia.

Segunda – Feira – 11/07/2005

Fui com a minha mãe comprar leite no Extra. Estava numa super oferta. O detalhe é que só podia levar uma caixa por pessoa. É impressionante ver, nestas horas, como funciona o jeitinho brasileiro. As pessoas passam várias e várias vezes pelo caixa a fim de poder levar a maior quantidade de leite possível. E eu com minha mãe, é claro, também usamos deste artifício. Eu não concordo com essa limitação de compra. Eu acho que, já que estamos no mundo capitalismo-selvagem, e sofremos com os problemas deste sistema, devemos, pelo menos, poder desfrutar das coisas boas que ele traz, como a liberdade de consumo. Desta forma fizemos o trajeto três vezes, mas na última eu já tava querendo ir embora daquele lugar, ehehehe. À noite fomos Eu, Rodrigo, Fellipe, Lorena e Erika comprar o presente do baiano lá no Flamboyant. Eu vi a quinta temporada do Simpsons a venda e fiquei com uma vontade enorme de comprar. Deixei ela na prateleira. Mas sabia que seria por pouco tempo.

Terça – Feira - 12/07/2005

Hebert´s Birthday. Acordei, na hora do almoço, como sempre, e fui com a Ana Carol comprar as bebidas e o que faltava para o jantar daquela noite. Fomos lá no Marcos Serrinha. Compramos dois vinhos italianos e um nacional, baratim, ehehehehe. Saímos de lá e passamos na Jaime Câmara. Fui pegar um livro com o Renato, e a Ana foi deixar uns livros com o primo dela(que depois fui saber era o Jaime Câmera Júnior, mas enfim....). Aproveitamos e fomos visitar a Gabriela Louredo no “Raddar”(êê furona.... ehehehehe), e depois fomos falar com o sonolento Rodrigo Alves lá no “O Popular”. Fomos à casa do baiano deixar as coisas e voltei para a minha casa. Tentei estudar um pouco para o Seminário de Jornal Impresso II, que ia ocorrer no outro dia, mas acabei deixando para depois da festa, como sempre. Fui para a casa do baiano de novo. O jantar foi pra lá de bom. A Ana Carol cozinha muito bem. O vinho italiano estava bom por demais. Acho que aprendi a tomar vinho, ehehehehe. Foi muita gente prestigiar o Hebert. Ficamos revezando lá no computador para ver quem seria o melhor DJ(eu, é claro, venci de lavada, ehehe). Daí suspendemos o concurso quando o Renato foi tentar assumir o cargo(o gosto musical dele não é lá aquelas coisas, cá entre nós.... ehehehehe. Ficamos até às 03:00 da manhã. Cheguei em casa e fui estudar para o seminário ainda. Li metade do que tinha que ler. Deixei o resto para depois.

Quarta – Feira - 13/07/2005

Duas coisas me surpreenderam na manhã de quarta. A primeira: Eu estava com vontade de pegar ônibus. Bem não era uma vontaaaadeeee, mas devia ser porque fazia algum tempo que isso não ocorria. A segunda: Achei uma vantagem em se pegar um ônibus. Como eu tinha que estudar o resto do capítulo do seminário, então não dava para mim ir de carro, já que no ônibus eu poderia investir minha atenção aos estudos. Chegamos lá na pamonharia(isso mesmo, a Rakell marcou a aula para o buteco) e apresentamos o livro. Ainda bem que fui o primeiro. Quando passei a bola para o Baiano minha barriga começou a questionar o porquê que eu tinha comido tanta Lasanha no dia anterior. Saí correndo pro Campus, e o pior, o banheiro do ICB estava lavando tive que ir até o IESA. Mas compensou a corrida, ehehehehe. Depois da “aula” a Rakell pagou uma coca para a gente e fomos embora(eu de carona, Brigado Rodrigo!! :) ehehehehe). Depois disso a minha maior companhia foi a cama. Acho que fui picado pelo Tsé-Tsé, ehehehe. Dormi a tarde inteira, acordei, comi e dormi a noite inteira.

Quinta – Feira - 14/07/2005

Até que enfim o dia tinha chegado. E foi um dia especial. Por duas coisas. Uma: minha carteira de motorista vencia naquele dia e eu, enfim, poderia ir encomendar a definitiva. Outra: O São Paulo ia disputar a finalíssima da Libertores, a noite, com boas chances de ganhar. Fui até o Araguaia Shopping, lá no Vapt-Vupt, mas me informaram que eu ia ter que esperar mais um dia para renovar minha habilitação. Então aproveitei que estava lá e fui no cinema. Queria ver “Batman”, mas o mais próximo do horário era “Guerra dos Mundos”, então foi esse mesmo. Assistir filmes com amigos é muito bom, mas assistir sozinho é algo diferente. Sei lá. Parece que a gente entra mais no filme. Eu assisti na terceira fileira, mas acabei me arrependendo depois, pois meu deu uma baita dor de cabeça. O filme é mais ou menos. Gostei muito da forma de narrativa, achei que foi o diferencial. Mas a história já é muito batida, me lembrou bastante Independence Day, no início. É claro que “Guerra dos Mundos” é bem superior a este outro que apela para o patriotismo exacerbado do estadunidense. Cheguei em casa e fui para a concentração do jogo. Tinha uma garrafa de Mioranza, e foi aí que realmente descobri que tinha aprendido a tomar vinho. Já não apreciava mais um vinho de R$5, ehehehehe. Eu e meu pai acabamos com a garrafa durante o jogo. Mais eu do que ele, mas ele me ajudou. Acho que nem preciso falar mais nada sobre o jogo. Só uma coisa: Fellipe, eu torço para os dois sim, ehehehehe.

Sexta – Feira - 15/07/2005

Fui, novamente, ao Araguaia Shopping, renovar a minha carteira. Desta vez deu certo. Nossa, nem acredito que minha foto vai trocar. E a nova ficou boa, a mulher me mostrou lá na hora. Mas o que gostei mesmo foi o atendimento lá do Vapt-Vupt. Não podemos deixar de reconhecer que foi um ponto positivo do governo Marconi. O que me deu raiva foi quando eu fui pagar e a mulher do Itaú falou: “Não aceitamos cheque de outro banco”. Lá foi eu ir num caixa eletrônico sacar o dinheiro e voltar pra lá. Mas acabou tudo certo, graças a DEUS. Depois fui à rádio fazer a programação musical do Banquete. Acabou que não deu para ir no aniversário da Gabi Canseco, lá no Café Cancun. Mas dei uma passada mais cedo no Flamboyant para depositar um cheque. Nossa, me senti o kra mais solitário de todo o mundo, sexta à noite, no shopping e sozinho. Encontrei o Fernando Prado e a Gabriela Dutra lá. Eles quiseram que quiseram que eu os acompanhasse para assistir Batman, mas não estava com vontade. Fui até a Saraiva e não teve jeito – meu lado consumista falou mais alto e eu levei para a casa a 5ª. Temporada de “Os Simpsons”. MUITO boa, para falar a verdade. Só não foi melhor por causa do preço que acabou com minha conta bancária. Mas..... Ainda fiquei quase até fechar o shopping lendo um livro de alto-ajuda(tavendo!!, estes passeios sozinhos dá nisso). Gostei demais. Acho que vou até comprá-lo, claro, quando tiver dinheiro. Um ovomaltine e casa. Fiquei assistindo a minha nova aquisição até dormir.

Sábado - 16/07/2005

Todo sábado eu sempre acordava atrasado para o Banquete Esportivo(que é de manhã), mas este quase acordei atrasado para os Doutores(que é a tarde). Trabalhei na rádio. Ainda bem, já que o Goiás perdeu feio. Ficamos eu e o Gabriel Lisita fazendo o plantão. Depois, a noite, fui, com a Erika e a Ana Carol, até a casa do baiano assistir filmes. Eles, os três, foram loucos de pegar cinco filmes, ehehehehe. E eu fui louco por comprar sorvete e chocolate. Mas foi tudo de bom. Principalmente pelo cachorro-quente que a Ana preparou. Muito bom mesmo. Assistimos três filmes, não me lembro os nomes. Ficamos até quase às 06:00 da manhã. O melhor filme foi a sessão das 03:30 às 05:30. Acho que se chamava “Lado a lado”. Bom, nem todos assistiram(né, Erika), mas foi muito bom. Cheguei em casa era mais de seis. Mas meus pais nem ligaram tanto. Eles estavam mais preocupados em xingar um bando de gente que ficou a noite inteira tocando Rap alto na porta de casa. Às 07:30 eu fui dormir.

É isso pessoas, abraços,

Ah, hoje tem letra de música. Eu to com ela na cabeça a semana inteira. Acho que me identifico com ela.

Accidentally in Love

Counting Crows

So she said what's the problem baby
What's the problem I don't know
Well maybe I'm in love (love)
Think about it every time
I think about it
Can't stop thinking 'bout it

How much longer will it take to cure this
Just to cure it cause I can't ignore it if it's love (love)
Makes me wanna turn around and face me but I don't know nothing 'bout love

Come on, come on
Turn a little faster
Come on, come on
The world will follow after
Come on, come on
Cause everybody's after love

So I said I'm a snowball running
Running down into the spring that's coming all this love
Melting under blue skies
Belting out sunlight
Shimmering love

Well baby I surrender
To the strawberry ice cream
Never ever end of all this love
Well I didn't mean to do it
But there's no escaping your love

These lines of lightning
Mean we're never alone,
Never alone, no, no

Come on, Come on
Move a little closer
Come on, Come on
I want to hear you whisper
Come on, Come on
Settle down inside my love

Come on, come on
Jump a little higher
Come on, come on
If you feel a little lighter
Come on, come on
We were once
Upon a time in love

We're accidentally in love
Accidentally in love (x7)

Accidentally

I'm In Love, I'm in Love,
I'm in Love, I'm in Love,
I'm in Love, I'm in Love,
Accidentally (X 2)

Come on, come on
Spin a little tighter
Come on, come on
And the world's a little brighter
Come on, come on
Just get yourself inside her

Love ...I'm in love

sexta-feira, julho 15, 2005

O Valor de uma Nova Conquista

Olá Pessoas,

Hoje eu não vou conseguir fugir do futebol. O São Paulo venceu o Atlético Paranaense por 4 a 0 e se sagrou campeão da Libertadores novamente. Este foi o terceiro título das Américas do glorioso tricolor paulista. Não quero apenas ficar aqui dando uma de torcedor, mas pretendo explicar o que isso influencia na minha vida.

O ano era 1992, tinha apenas 10 anos de idade, quando meu pai levou a família para jantar na casa de um amigo. Eu não sabia muito bem, mas aquela visita tinha uma segunda intenção. Era noite de final da Taça Libertadores da América, e o jogo São Paulo X New Old Boys não iria passar na TV aberta. E é claro, esse amigo do meu pai tinha TV a cabo, ehehehehe....

Na época eu não acompanhava futebol, mal sabia quem era a bola dentro de campo, mas fui e assisti toda aquela partida. A alegria do meu pai era contagiante. Também depois de quase 40 anos torcendo para um time, ver ele ganhar um título dessa expressão deve ser uma coisa maravilhosa. Para mim tanto fazia. Mas é claro, como todo bom filho torcia para o time de meu pai.

O mais estranho de tudo era que o dono daquela casa, o amigo de meu pai, era uruguaio e gostava muito dos times da Argentina. Com certeza ele devia estar torcendo para o New Old Boys, mas isso não intimidou meu pai. Quando o São Paulo venceu a decisão de pênaltis(3X2), foi uma festa só.

A partir do segundo semestre eu comecei a colecionar as figurinhas do Campeonato Brasileiro 1992(nossa, como tô velho). Daí comecei a ligar mais para o futebol. Mesmo assim demorei um pouco para começar a me entreter com aquele jogo que todo mundo gostava.

Em dezembro outra reunião festiva. Mas agora foi em casa mesmo. Apenas eu, meu pai, minha mãe e meu irmão. Eu me lembro que passou um filme do Jack Nicholson(aquele com a Cher, das bruxas e tal, não me lembro o nome) e depois veio o jogo. Era São Paulo X Barcelona, direto de Tóquio, na madrugada. Um jogo para entrar para a história com certeza. Do clube e minha.

Nunca me esqueço quando o São Paulo levou o primeiro gol. Meu pai virou para a gente e disse num ar que me inspirou a maior confiança do mundo: - Nós vamos virar isso. E vocês sabem, quando a gente tem 10 anos e os pais falam algo com tanta confiança, você acredita. E, como num passe de mágica, nós ganhamos por 2 a 1 e o mundo inteiro estava ao nosso alcance. Me lembro que aquele dia fui dormir e deixei meu pai gravando todos os detalhes da festa tricolor.

Enfim, em 1993, o São Paulo repetiu a dose. Não quero entrar muito nesse ano, porque posso me alongar muito. O fato é que eu já vivia o futebol nesse ano, e a nova conquista só meu deu mais força para isso. Mas foi em 1994, que veio a minha maior decepção. Sabe quando a gente é criança e pensa que tudo vai ser felicidade, a vida toda, e que nunca perderemos? Pois é, caí dessa ilusão da pior forma possível.

É uma longa história, mas vou tentar simplificar. Eu odiava o Palmeiras aquela época. Tudo por causa de uns amigos meus que viviam “em disputa” comigo. Tem até uma história para deixar todo mundo arrepiado, sobre os dois jogos das oitavas-de-finais daquela competição, quando o tricolor enfrentou essa “coisa” verde. Eu nunca contei essa história para ninguém, mas talvez um dia eu conte, sei lá. O detalhe maior é que a nossa classificação sobre o time da Parmalat foi um grande triunfo, talvez minha maior felicidade em toda a minha história de torcedor.

Passamos pelo Unión Española do Chile, nas quartas, e depois encaramos o Olímpia nas semi-finais. Primeiro jogo, vitória suada por 2 a 1 no Morumbi. No segundo, lá em Assunción, conseguimos segurar até quase 40 minutos do segundo tempo, quando eles fizeram 1 a 0 e levaram a decisão para os pênaltis. Me lembro que era alta madrugada, só tinha eu e meu pai na sala. No último pênalti, dos paraguaios, eu não vi. Virei minha cabeça para cima e só ouvi o narrador dizer as mais belas palavras do mundo, naquele momento: Defesa de Zetti!!!!! Estávamos na final mais uma vez.

O que poderia dar errado? São Paulo, atual bi-campeão da Libertadores, na final novamente, e favorito a ser o único tri-campeão mundial(apenas o próprio São Paulo, o Santo, o Milan e a Internazionale de Milão têm a honra de serem bi-campeões mundiais). Primeiro jogo, lá na Argentina, perdemos por 1 a 0 para o Vélez Sarsfield. Mas com a segunda partida em casa tudo seria diferente, não??

Não..... Era noite e eu esperava o jogo. Já estava pra lá de nervoso. Não conseguia fazer nada. No início da partida eram unhas partidas que caiam. Até o primeiro gol. Muller fazendo, de pênalti, 1 a 0 para o tricolor. Mas se um pênalti deu-me alegria naquele momento, um outro fez meu céu se encobrir de nuvens negras.

O jogo terminou. Decisão de Pênaltis. Primeiro pênalti, Palhinha. Ele que sempre foi uma das armas do tricolor. Eu estava no banheiro e não acreditei quando saí correndo para ver a sua fraca cobrança ser pega pelo grande goleiro Chilavert. E eu pensava: “Será que o mundo ia cair, e nós iríamos ser derrotados?? Não, com certeza não!! era só o suspense antes do triunfo”. E a partir daí, todo mundo foi cobrando e convertendo, um por um. Se esse era o suspense, então quem planejou tudo deveria ser um grande diretor, um Alfred Hitchcock.

Veio a última cobrança do Vélez. Era marcar e não haveria mais nada o que fazer. Ainda me lembro da narração do Galvão Bueno. Me lembro de tudo. Até que usei a estratégia do jogo passado, de olhar para cima e não ver a cobrança. Mas foi naquele chute, uma simples cobrança de pênalti, quando eu descobri que no futebol não há diretores. E que você tem que saber perder.

Nunca tinha chorado por causa deste esporte. Nunca mais chorei. Está foi, com certeza, a partida que mais me marcou na minha vida. E justo uma derrota. Mas foi A derrota. Depois do jogo ainda lembro de um comentário do grande Juca Kfouri no Jornal da Globo, quando ele disse que os são-paulinos queriam mudar o nome do estádio de Morumbi para Morumtri, mas que ia ter que ficar para a próxima.

Esta foi a última partida do São Paulo naquele torneio, naquela competição que elevou o clube à grandeza que ele tem hoje. Foram 10 anos de espera, mas em 2004, no ano passado, ele voltou a disputar a Taça Libertadores. Eu já havia superado aquele trauma, é claro, e já estava inserido no mundo da imprensa esportiva. Acho que foi por isso que nem ligava muito para torcer. Foi estranho, aquilo não significava nem mais 1% do que era para mim em 1994.

Hoje, ainda me sinto emancipado do futebol. Adoro, ver, acompanhar, cobrir, estar envolvido com ele. Mas sem aquela paixão de torcedor. Mesmo assim, nesta quinta-feira, a nova conquista teve um sabor especial. Novamente, eu e meu pai, estávamos lá assistindo e vendo o nosso time ser campeão. Esqueci, por um dia, todos os podres do mundo deste esporte e me transportei para o mundo ideal. Mesmo sabendo que o gosto doce deste título não chega nem perto da amarga ressaca de 94, hoje me sinto vingado. Não uma vingança ruim, mas apenas uma resposta àquele dia 31 de agosto de 1994, quando um jogo destruiu alguns sonhos de um garoto.



Foto: Reuters
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